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Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

29.10.18

Um pedido de desculpa com desabafos pelo meio

Rita (porque minimalistas há muitas)

Minha boa gente. Bem sei que não tenho aparecido muito por aqui, e desculpem-me. Há coisas que não conseguimos controlar, e as que controlamos, por vezes fogem.

 

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Há pouco tempo, uma amiga disse-me que me meto em muitos projetos ao mesmo tempo e cada vez mais me apercebo disto. Eles são quadros enormes de ponto cruz, workshops de costura, tese de doutoramento para escrever, artigos para escrever, publicações pendentes no blog -dos quais um desafio de escrita e uma série de temas que deixei pendurados para trás, viagens e passeios programados, jogos de futsal (sou adepta fanática - assumo-vos agora em primeira mão, que quase ninguém sabe) e agora - decidi completar a minha árvore genealógica e procurar os meus antepassados.

 

Estou já a pensar em fazer uma nova licenciatura, a programar as minhas próximas leituras, a pensar nas minhas receitas caseiras de detergentes e cosméticos e a trabalhar para pagar a casa em metade do tempo.

 

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Isto do minimalismo tem que se lhe diga... arranjei espaço para mais coisas muito mais importantes para a minha vida, eventos e saídas mas arranjei outras tantas para ocupar o meu tempo. Não posso estar parada, a minha mente tem de estar em constante desenvolvimento e sempre a funcionar. Mas em contrapartida, tenho sentido falta da meditação e das minhas manhãs milagrosas. Tenho sentido falta dos blogs que acompanho aqui e não tenho tido tempo para as minhas leituras diárias. 

 

Acho que sim, efetivamente a minha amiga tem toda a razão, e não sei como parar. A vida é tão curta. Acontecem-nos coisas levadas do diabo a qualquer momento e num piscar de olhos podemos perder qualquer capacidade para fazer o que quer que seja de nossa vontade.

 

 

Não quero deixar de explorar o mundo, nem de abdicar dos meus amigos e familiares. Não quero perder o tempo com coisas fúteis mas também não tenho conseguido encontrar um meio termo nem manter a minha balança equilibrada - não fosse este o meu signo. 

 

E vocês, sentem-se "atulhados" de coisas - coisas que surgem por vossa própria recriação ou precisam de um empurrãozinho para se atirarem de cabeça para alguma coisa? Digo-vos uma coisa - o ser humano está "programado" para se adaptar a qualquer situação e a usufruir de qualquer recurso para conseguir o que quer, daí o estado de esgotamento do nosso planeta e da exaustão de recursos. Cada um de nós consegue fazer tudo ou nada, de acordo com os nossos princípios e vontades. Se há sonhos por aí, não desistam. Mas também não se metam em tudo, como eu. Pode correr mal 😂 

22.10.18

Desafio da Escrita #9 - Branco (no minimalismo)

Rita (porque minimalistas há muitas)

 Olá malta! 

 

Atrasada, mas ainda não me esqueci do desafio nem vou desistir, só para que saibam . Confesso que ultimamente tenho andado muito ocupada com uma série de acontecimentos - desculpa totó - mas cá estou para mais uma palavra deste magnífico desafio que tanto me faz analisar tudo à minha volta. Pensei muito no branco e na mensagem que deveria passar enquanto autora do blog e enquanto recém minimalista e que fosse de encontro aos pilares deste meu cantinho. Por isso cá vai.

 

Beach, Curtain, Decorations, Flower Bouquet, Flowers

 

Desde que moro sem os meus pais que me lembro de ter esta enorme vontade de ter uma casa imaculada cheia de branco - de certeza que há por aí alguém que se identifique comigo... certo?  - Aquela sensação de paz e brilho, em dias ensolarados com cortinas a esvoaçar e a nadar na brisa que entra pela janela, como se estivéssemos na ilha da lua de mel, no último filme do Crepúsculo. Estão a ver, não estão? 

 

O branco sempre me deu muita paz de espírito, e bem sabemos que as casas em Portugal (as casas do povo, diga-se) não são propriamente feitas de vidro nem deixam entrar assim tAAAnta luz. Mas a geração do desenrasca e as anteriores fazem o que podem, na medida do possível. E o que não falta para aí são objetos COMPLETAMENTE ESSENCIAIS (ok malta?) brancos para ter em casa. 

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Ora de acordo com uma página brasileira, o branco significa "paz, pureza e limpeza" - três palavras que têm tudo a ver com o minimalismo, não acham? E quanto mais nos rodeamos com esta cor, mais brilho e clareza trazemos às nossas vidas. "É uma cor que sugere libertação, que ilumina o lado espiritual e restabelece o equilíbrio interior. (...) Um ambiente branco proporciona frescura, calma e dá ideia de maior espaço, proporcionando a sensação de liberdade. Em excesso, pode dar a impressão de frieza, vazio e impessoalidade. Por isso, sugere-se a conjugação com objetos coloridos. O branco oferece uma combinação perfeita com qualquer outra cor."

 

E vocês, gostam deste estilo minimalista-que-mais-me-parece-uma-mania-contemporânea-e-abusiva-e-que-se-calhar-não-dura-para-sempre? Têm dicas low cost? Digam coisas nos comentários!

 

Beijinhos

 

 

 

 

22.10.18

Livre-se de uma coisa que não usa, todos os dias durante um mês - The UniPlanet

Rita (porque minimalistas há muitas)

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Tenho a dizer que esta é a melhor newsletter que recebo DE SEMPRE e que felizmente aderi por recomendação de alguém aqui da nossa blogosfera do sapo. A UniPlanet retrata exatamente a minha posição atual no que diz respeito ao minimalismo e zero waste, que para além de ir de encontro à minha filosofia de vida e a qual (esporadicamente) tenho vindo a apresentar aqui no blog, tem apresentado notícias semanais do que se passa no planeta sobre estas temáticas. É realmente fantástico, e recomendo a quem não conhece que dê uma vista de olhos. É o meu feed de notícias favorito!

 

Este desafio foi publicado a 18 de Outubro deste mês e tem como objetivo fundamental livrarmo-nos de um objeto que não usamos por dia. 

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Seja um verniz de unhas que já não usamos há muito tempo e que até nem gostamos muito da cor, ou aquele perfume que insiste em manter-se no fundo da prateleira. Um livro que já foi lido, ou uma caneta que não escreve - o importante é destralhar e eliminarmos de uma vez por todas todo este excesso que mantemos nas nossas vidas sem propósito nenhum e que - vá, todos vós concordam comigo - não interessam nem ao cão da vizinha para roer. 

 

Não vos digo para deitarem tais objetos no lixo (com exceção do raio da caneta - Usem computador ou o próprio telemóvel para substituir as vossas próximas compras de canetas). Muito pelo contrário. Podem até ser coisas que provavelmente trazem mais valia à vida de outras pessoas. Economia circular, minha gente. Nunca se esqueçam da economia circular. Andamento e bola para a frente!

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18.10.18

O browser que está a dar que falar - 40 milhões de árvores plantadas

Rita (porque minimalistas há muitas)

E o número continua a crescer!

Apesar de tudo, há gente muito boa neste mundo. Obrigada!

 

Fica o apelo para quem não conhece, começar a usar. Já há extensão para instalar no google chrome e tudo! 

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PS: Sei que estou atrasada no desafio da escrita mas não desistam de mim, que eu também não. 

 

12.10.18

Desafio da Escrita #8 - Fruta (Feia)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Maltinha, bem sei que é a 3ª publicação do dia mas também sei que estou super hiper mega atrasada no desafio, por isso tem de ser. Leiam tudo que vale a pena e façam de conta que não sou suspeita. 

 

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Conhecem a Fruta Feia? Sabiam que "gente bonita come fruta feia"? Se não sabiam, ficam a saber. 

 

A Fruta Feia é das iniciativas mais bonitas que vi até hoje neste mundo consumista que diz que não o é.

 

E o projecto está descrito na página - que sem dó nem piedade vou copiar e colar [link aqui]:

 

"Cerca de metade da comida produzida no mundo cada ano vai para o lixo. Segundo a FAO, o actual desperdício alimentar nos países industrializados ascende a 1,3 mil milhões de toneladas por ano, suficientes para alimentar as cerca de 925 milhões de pessoas que todos os dias passam fome. Este desperdício tem consequências não apenas éticas mas também ambientais, já que envolve o gasto desnecessário dos recursos usados na sua produção (como terrenos, energia e água) e a emissão de dióxido de carbono e metano resultante da decomposição dos alimentos que não são consumidos. Só em Portugal são desperdiçadas um milhão de toneladas de alimentos por ano - 17% do que é produzido pelo país - de acordo com as conclusões do PERDA apresentadas em Dezembro de 2012.

Os motivos para este desperdício são vários e ocorrem ao longo de toda a cadeia agroalimentar. Modelos de produção intensivos, condições inadequadas de armazenamento e transporte, adopção de prazos de validade demasiado apertados e promoções que encorajam os consumidores a comprar em excesso, são algumas das causas que contribuem para o enorme desperdício actual. Outro problema é a preferência dos canais habituais de distribuição por frutas e legumes “perfeitos” em termos de formato, cor e calibre que acaba por restringir o consumo aos alimentos que respeitam determinadas normas estéticas. Esta exigência resulta num desperdício de cerca de 30% do que é produzido pelos agricultores.

A cooperativa Fruta Feia surge da necessidade de inverter tais tendências de normalização de frutas e legumes que nada têm a ver com questões de segurança e de qualidade alimentar. Este projecto visa combater uma ineficiência de mercado, criando um mercado alternativo para a fruta e hortaliças “feias” que consiga alterar padrões de consumo. Um mercado que gere valor para os agricultores e consumidores e combata tanto o desperdício alimentar como o gasto desnecessário dos recursos utilizados na sua produção."

 

E como a rede cresceu desde que visitei a página pela última vez! Tão bom! Pena ainda não estar na minha cidade, mas por este andar não demora muito.

 

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12.10.18

Desafio da Escrita #7 - Gato(s)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Se uma imagem vale mais do que 1000 palavras, quanto valem as galerias de baixo??

 

 

 

 

Só quem os tem é que sabe. E não falo de quem os tem na rua, que lhes vai dando de comer.

 

Não.

 

Falo de quem os tem nos braços horas a fio e de quem recebe mordidelas pequenitas cheias de mimo. Falo de quem se deixa dormir com o ronronar e de quem recebe resposta quando diz um olá ou um xau. Ou de quem se deixa "amassar" por unhas grandes que magoam e de quem dá mimo na barriga depois de eles pedirem. 

 

Os gatos não são falsos, só não confiam em quem não devem confiar. 

 

Nota-se muito que não tenho filhos?

 

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