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Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

12.10.18

Desafio da Escrita #6 - Cinema (low cost ou não)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá malta! 

 

Sim, eu sei.... É dia 12, e não 6. Desculpem do fundo do coração! Vou tentar correr o mais que puder para vos encontrar neste belo desafio. 

 

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Já vos tinha dito que ADORO cinema? Quem não gosta que levante o braço! E se gostam MUITO sabem que com o cinema vem o dinheiro... ou a falta dele. Houve uma altura em que ia ao cinema todas as semanas - quando ofereciam um bilhete na compra de outro. Era fantástico. Entretanto o cinema local mudou de dono e a festa acabou . Mas mesmo indo ao cinema todas as semanas por metade do preço.. Ao fim do ano rondava os 150€ em gastos. 

 

E depois da festa ter acabado, o que aconteceu? Os preços foram subindo e subindo. Lembram-se de quando o bilhete de cinema custava 200 escudos? Era eu pequenita mas já ia ao cinema 

 

E é tudo fantástico enquanto recebemos mesada dos papás. Agora raramente vou ao cinema. Nem me lembro da última vez que lá pus os pés. Hunger Games? Canção da estrela? No lo sé. Mas por certo, vi muitos filmes, séries e documentários. Grande parte deles a partir do Netflix e outra parte espalhados pela net.

 

Em baixo vejam a minha lista de últimas visualizações (desde o início do ano, atenção), as quais vou classificar de 1* a 5***** de acordo com o meu gosto pessoal - que analisa fatores como a edição, efeitos especiais, dramatismo, número de lágrimas produzidas, número de risadas e sensação de tempo passado - se demora uma eternidade ou não a acabar.

 

Os últimos filmes que vi foram:

 

Just Wright (2010) *****

Footloose (2011) **

A Terra dos Bons Costumes (2018) **

Agarra-te à vida, Não ao Cabelo (2018) ***

Aguenta-te aos 40! (2012) *****

Surpresas da Vida (2006) **

Book Club (2018) *****

Sierra Burgess is a Loser (2018) *****

A Todos os rapazes que amei (2018) ****

Orgulho e Preconceito (2005) *****

Tal Pai, Tal Filha (2018) ***

 

E as últimas séries (nem todas completas) que vi foram: 

 

Elite (2018) ***** ***** *****!!!!

The World's Most Extraordinary Homes (2017) *****

That 70's Show (1998) ****

Atypical (2017) ***

Ozark (2017) *****

Alias Grace (2017) ***

The Ranch (2016) ***

Gypsy (2017) ****

The Client List (2012) ****

Sobrevivente Designado (2016) *****

Por 13 Razões (2017) *****

Black Mirror (2011) *****

Dear White People (2017) *****

Stranger Things (2016) ***

La Casa de Papel (ÓBVIO) ***** ***** ***** !!!

 

90% destes títulos foram vistos no Netflix e desde que tenho o serviço que não me lembro de ver nada na TV por cabo, para além do The Voice Portugal e do 5 para a meia noite que adoro. Malta, existe muito material na net. Muito mesmo. Basta procurar. Nem todo ele é legal, obviamente, mas todos sabem isto e quase todos o fazem. Quem está tentado a experimentar o Netflix Portugal que o faça porque vale muito a pena. Ou não, para não terem tentação de gastar dinheiro. Há sempre o período experimental de um mês - Sim, é preciso fornecerem os dados do cartão de débito ou crédito, mas saibam que cada utilizador tem uma área pessoal onde pode cancelar o serviço e instantâneamente deixa de poder aceder ao conteúdo e o pagamento é automaticamente cancelado. 

 

Para mim, o Netflix é low cost na medida em que me poupa muito dinheiro em cinema e fico tão ou mais satisfeita. Não tenho qualquer necessidade de pagar 6,5€ para ver um filme. Bem sei que nem todo o conteúdo atual está na plataforma, mas a oferta é tanta e tão mas tão boa que acabo por nem ter vontade de ver algo em específico. Normalmente quem experimenta a sério, acaba por pagar pelo serviço. 

 

E vocês, que andam a ver? Recomendam alguns filmes ou séries?

 

 

 

10.10.18

minimalismos da semana #8

Rita (porque minimalistas há muitas)

O microplástico no Quiosque da Joana e a aplicação que nos ajuda a identificar (e adicionar!) produtos que contêm microplásticos na sua composição. 

 

File:Microplastic particles influence in Perch Larval.png

"Cada vez mais estas pequenas esferas aparecem em produtos consumidos por nós.

Pasta de dentes. Cosméticos. Gel de banho. Champô. Detergentes. Bronzeadores."

"...já se encontraram microplásticos nas cervejas, no mel e até nas águas engarrafadas."

 

File:BEACH SAMPLING MICRO PLASTICS PROPORTIONS.jpg

 

(microplástico presente na amostra de areia em pirâmide)

 

 

10.10.18

Continuo a preferir o meu carro velhinho.

Rita (porque minimalistas há muitas)

car-2370619_640.jpg

 

 

Depois de vos ter dito aqui que tivémos de comprar um carro novo, porque fomos enganados numa compra em 2ª mão, esperámos dois meses por ele. 

Durante os dois meses, andámos para trás e para a frente com o meu velhinho, coitadinho que já não fazia viagens de 100 km's há anos. 

 

Depois, o carro chegou.

 

Chegou, e aqui a je quis logo experimentar, óbvio. Mas e a preocupação de:

 

Raspar em algum lado?

Partir um espelho?

Empenar uma jante?

Não entrar no carro sem dar uma voltinha ao veículo para me certificar que está tudo bem?

Sair do carro e dar uma voltinha ao veículo para me certificar que está tudo bem?

Lavar e limpar o "menino" porque é novo e porque tem de estar a brilhar?

Manter o cheirinho a novo e evitar odores?

Mexer com cuidado no manípulo das mudanças e no volante para não deixar marcas de unhas e de bijuteria?

Não levar a chave à porta para não deixar outras marcas?

Ter cuidado com os pés a entrar e a sair para não deixar marcas?

Pensar duas vezes antes de colocar combustível - não vá eu enganar-me nem o diabo tecê-las?

Sair do carro antes de o desligar para ter a certeza que deixámos todas as distâncias conforme deve ser?

 

Arre, que prefiro o velhinho. 

 

 

08.10.18

Desafio da Escrita #5 - O Alho (e as minhas confissões)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Lembram-se quando falei na dificuldade de escrever o desafio do dia 3?

 

Enganei-me redondamente. Estou aqui há meia hora sem saber o que escrever, de maneira que vou despejar o que realmente acho que devo despejar. 

 

Eu juro que investiguei. Que procurei com afinco e que quase escrevi sobre os benefícios, malefícios e produtos derivados. Ele há alho em pó, esmagado, picado, granulado, aglomerado. Alho em pó para decorar, para nutracêuticos (?!) ou só e simplemente em pó. Existe até o sumo concentrado de alho, que deve ser tão saboroso como um prego enferrujado mergulhado em óleo de fígado de bacalhau e água de charco. Estou só a dizer.

 

A verdade é que nunca fui à bola com o alho. Na verdade, assisto de vez em quando a um jogo ou outro com ele mas quanto mais longe, melhor. Não é assim tão mau, até porque o uso em pó (not so much zero waste, I know - but hell, don't judge me) nos legumes salteados e numa data de outras coisas mas nunca fui fã. Nem cru, nem cozinhado. 

 

Não devo vir para aqui com factos científicos nem ecológicos acerca deste tão magnífico superalimento, porque pronto. Já viram que não dá. 

 

Um conselho: Evitem embalagens pessoal. Não há necessidade. Há trituradores e recipientes em casa para se congelar. Estou só a dizer. 

08.10.18

minimalismos da semana #7

Rita (porque minimalistas há muitas)

"Qual é a pergunta qual é ela que todos os solteiros temem ouvir? Como é evidente, "Porque não tens ninguém?". De entre todas as respostas – espontâneas, evasivas, resmungonas ou depressivas – esta é aquela que não me lembro de alguma vez ter ouvido sair da boca de um mortal: "É porque como nunca saio de casa, estou à espera que o amor me venha bater à porta!"."

 

Obrigada Legoluna pela publicação e Obrigada dESarrumada pela Follow Friday que fez com que eu fosse ler o blog da Luna. 

08.10.18

O meu cérebro enganou-me no fim de semana

Rita (porque minimalistas há muitas)

 

 

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Toda a vida ouvimos falar dos nossos cérebros. O mundo é desenvolvido em função desta nossa mioleira, e por mais pequena que seja está lá por algum motivo, o Einstein é prova disso. 

 

Ora, em conversa entre amigos (que se hão-de rir quando lerem isto), calhou falarmos no jogo dos Sims. Quem nunca falou ou ouviu sobre isto, que se acuse que eu explico. E eu, que não jogava há seguramente mais de 3 anos, fiquei com o bichinho atrás da orelha. Bateu a saudade. E foi o suficiente para me lixar grande parte do fim de semana prolongado, por esse motivo mesmo. Passo a explicar. "Ah os sims... que saudade dos sims. Este fim de semana até dura mais tempo, porque não voltar a jogar um bocadinho? Só um bocadinho." - O bocadinho transformou-se em MUITAS horas. 

 

Não me julguem. Não tenho filhos, vivo com o namorido, tenho o meu emprego semanal e o fim de semana é sagrado. Ele vê canais de desporto e eu faço o que me apetecer. Não faço planos nem tenho obrigatoriedade nenhuma para com a lida da casa. Mas apesar de tudo, ainda tenho algumas coisas que precisam de avançar, nomeadamente a nível de costura e ponto cruz. "Ai que fútil, para uma pessoa que se autointitula de minimalista". Tudo bem, há coisas que não se discutem. 

 

 

Mas este fim de semana o meu cérebro fez de mim o que quis. 

 

E eu sem me aperceber! Deixei-me estar no meu conforto e passou um fim de semana inteiro num ápice. Sim, ainda deu para fazer um passeio no sábado e passar tempo com a família - mas mesmo assim, foi mau. Hoje acordei desanimada e depressiva sem necessidade nenhuma. Porque deixei passar um fim de semana brutal para sair à rua e passar tempo a fazer o que realmente importa.

 

A Mel Robbins diz que o nosso cérebro age muito em função da sobrevivência. "Hoje de manhã não hesitaste em calçar as sapatilhas nem as calças - e agora hesitas, porquê? Algo está mal. O que é que se passa? Vou avaliar - se calhar é melhor não seguir em frente, vou deixar-me estar no meu conforto" - é isto que um cérebro faz, na maior parte das vezes. Então a Mel sugere o método dos 5 segundos. Bastam 5 segundos para hesitar e desistir de algo quando não nos sentimos confortáveis e ela usa estes 5 segundos para mudar o rumo das coisas. Para ultrapassar o seu próprio cérebro. Já falei várias vezes deste vídeo e é sempre bom recordar - ativem as legendas em pt. 

 

Bom, resumindo - hoje de manhã acordei assim - "Mas então, tu, que andas sempre a ver vídeos inspiracionais na net, como raio te aconteceu isto? Como é que deixaste que um jogo daqueles ocupasse tanto o teu tempo? Não aprendeste nada nestes últimos meses?" - e foi bom. Se não fosse bom, não estava aqui a escrever sobre o assunto nem vos dizia que apesar de tudo, serviu-me de lição. De tal forma que quando chegar a casa desinstalo aquilo de uma vez por todas.

 

Mas eu já devia ter aprendido! Passo horas a jogar aquilo, pensando em novos objetivos e metas à medida que o jogo avança, mas eu, pelo menos falo por mim - Chego ao fim cansada, nunca totalmente satisfeita com o que acabou de acontecer porque não é um jogo onde se ganha ou perde. Vai-se jogando. Vão surgindo recompensas - muito como aquela teoria do pessoal estar viciado nas redes sociais e nos próprios telemóveis. Que não passam 1 minuto sem desbloquear o ecrã para ver se já receberam novas notificações. Estão a ver onde quero chegar?

 

O meu cérebro confortou-se. Não produzi. Deixou-se estar estatelado ao sol a bronzear-se (e a fritar) enquanto eu me deixei levar pelo contentamento de ir recebendo umas recompensas no jogo. Relaciono muito este meu episódio com situações de abuso de estupefacientes. Como se estivesse adormecida e mocada por horas e horas. 

 

E depois, acordei.