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Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

12.10.18

Desafio da Escrita #8 - Fruta (Feia)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Maltinha, bem sei que é a 3ª publicação do dia mas também sei que estou super hiper mega atrasada no desafio, por isso tem de ser. Leiam tudo que vale a pena e façam de conta que não sou suspeita. 

 

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Conhecem a Fruta Feia? Sabiam que "gente bonita come fruta feia"? Se não sabiam, ficam a saber. 

 

A Fruta Feia é das iniciativas mais bonitas que vi até hoje neste mundo consumista que diz que não o é.

 

E o projecto está descrito na página - que sem dó nem piedade vou copiar e colar [link aqui]:

 

"Cerca de metade da comida produzida no mundo cada ano vai para o lixo. Segundo a FAO, o actual desperdício alimentar nos países industrializados ascende a 1,3 mil milhões de toneladas por ano, suficientes para alimentar as cerca de 925 milhões de pessoas que todos os dias passam fome. Este desperdício tem consequências não apenas éticas mas também ambientais, já que envolve o gasto desnecessário dos recursos usados na sua produção (como terrenos, energia e água) e a emissão de dióxido de carbono e metano resultante da decomposição dos alimentos que não são consumidos. Só em Portugal são desperdiçadas um milhão de toneladas de alimentos por ano - 17% do que é produzido pelo país - de acordo com as conclusões do PERDA apresentadas em Dezembro de 2012.

Os motivos para este desperdício são vários e ocorrem ao longo de toda a cadeia agroalimentar. Modelos de produção intensivos, condições inadequadas de armazenamento e transporte, adopção de prazos de validade demasiado apertados e promoções que encorajam os consumidores a comprar em excesso, são algumas das causas que contribuem para o enorme desperdício actual. Outro problema é a preferência dos canais habituais de distribuição por frutas e legumes “perfeitos” em termos de formato, cor e calibre que acaba por restringir o consumo aos alimentos que respeitam determinadas normas estéticas. Esta exigência resulta num desperdício de cerca de 30% do que é produzido pelos agricultores.

A cooperativa Fruta Feia surge da necessidade de inverter tais tendências de normalização de frutas e legumes que nada têm a ver com questões de segurança e de qualidade alimentar. Este projecto visa combater uma ineficiência de mercado, criando um mercado alternativo para a fruta e hortaliças “feias” que consiga alterar padrões de consumo. Um mercado que gere valor para os agricultores e consumidores e combata tanto o desperdício alimentar como o gasto desnecessário dos recursos utilizados na sua produção."

 

E como a rede cresceu desde que visitei a página pela última vez! Tão bom! Pena ainda não estar na minha cidade, mas por este andar não demora muito.

 

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12.10.18

Desafio da Escrita #7 - Gato(s)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Se uma imagem vale mais do que 1000 palavras, quanto valem as galerias de baixo??

 

 

 

 

Só quem os tem é que sabe. E não falo de quem os tem na rua, que lhes vai dando de comer.

 

Não.

 

Falo de quem os tem nos braços horas a fio e de quem recebe mordidelas pequenitas cheias de mimo. Falo de quem se deixa dormir com o ronronar e de quem recebe resposta quando diz um olá ou um xau. Ou de quem se deixa "amassar" por unhas grandes que magoam e de quem dá mimo na barriga depois de eles pedirem. 

 

Os gatos não são falsos, só não confiam em quem não devem confiar. 

 

Nota-se muito que não tenho filhos?

 

12.10.18

Desafio da Escrita #6 - Cinema (low cost ou não)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá malta! 

 

Sim, eu sei.... É dia 12, e não 6. Desculpem do fundo do coração! Vou tentar correr o mais que puder para vos encontrar neste belo desafio. 

 

Resultado de imagem para cinema

 

Já vos tinha dito que ADORO cinema? Quem não gosta que levante o braço! E se gostam MUITO sabem que com o cinema vem o dinheiro... ou a falta dele. Houve uma altura em que ia ao cinema todas as semanas - quando ofereciam um bilhete na compra de outro. Era fantástico. Entretanto o cinema local mudou de dono e a festa acabou . Mas mesmo indo ao cinema todas as semanas por metade do preço.. Ao fim do ano rondava os 150€ em gastos. 

 

E depois da festa ter acabado, o que aconteceu? Os preços foram subindo e subindo. Lembram-se de quando o bilhete de cinema custava 200 escudos? Era eu pequenita mas já ia ao cinema 

 

E é tudo fantástico enquanto recebemos mesada dos papás. Agora raramente vou ao cinema. Nem me lembro da última vez que lá pus os pés. Hunger Games? Canção da estrela? No lo sé. Mas por certo, vi muitos filmes, séries e documentários. Grande parte deles a partir do Netflix e outra parte espalhados pela net.

 

Em baixo vejam a minha lista de últimas visualizações (desde o início do ano, atenção), as quais vou classificar de 1* a 5***** de acordo com o meu gosto pessoal - que analisa fatores como a edição, efeitos especiais, dramatismo, número de lágrimas produzidas, número de risadas e sensação de tempo passado - se demora uma eternidade ou não a acabar.

 

Os últimos filmes que vi foram:

 

Just Wright (2010) *****

Footloose (2011) **

A Terra dos Bons Costumes (2018) **

Agarra-te à vida, Não ao Cabelo (2018) ***

Aguenta-te aos 40! (2012) *****

Surpresas da Vida (2006) **

Book Club (2018) *****

Sierra Burgess is a Loser (2018) *****

A Todos os rapazes que amei (2018) ****

Orgulho e Preconceito (2005) *****

Tal Pai, Tal Filha (2018) ***

 

E as últimas séries (nem todas completas) que vi foram: 

 

Elite (2018) ***** ***** *****!!!!

The World's Most Extraordinary Homes (2017) *****

That 70's Show (1998) ****

Atypical (2017) ***

Ozark (2017) *****

Alias Grace (2017) ***

The Ranch (2016) ***

Gypsy (2017) ****

The Client List (2012) ****

Sobrevivente Designado (2016) *****

Por 13 Razões (2017) *****

Black Mirror (2011) *****

Dear White People (2017) *****

Stranger Things (2016) ***

La Casa de Papel (ÓBVIO) ***** ***** ***** !!!

 

90% destes títulos foram vistos no Netflix e desde que tenho o serviço que não me lembro de ver nada na TV por cabo, para além do The Voice Portugal e do 5 para a meia noite que adoro. Malta, existe muito material na net. Muito mesmo. Basta procurar. Nem todo ele é legal, obviamente, mas todos sabem isto e quase todos o fazem. Quem está tentado a experimentar o Netflix Portugal que o faça porque vale muito a pena. Ou não, para não terem tentação de gastar dinheiro. Há sempre o período experimental de um mês - Sim, é preciso fornecerem os dados do cartão de débito ou crédito, mas saibam que cada utilizador tem uma área pessoal onde pode cancelar o serviço e instantâneamente deixa de poder aceder ao conteúdo e o pagamento é automaticamente cancelado. 

 

Para mim, o Netflix é low cost na medida em que me poupa muito dinheiro em cinema e fico tão ou mais satisfeita. Não tenho qualquer necessidade de pagar 6,5€ para ver um filme. Bem sei que nem todo o conteúdo atual está na plataforma, mas a oferta é tanta e tão mas tão boa que acabo por nem ter vontade de ver algo em específico. Normalmente quem experimenta a sério, acaba por pagar pelo serviço. 

 

E vocês, que andam a ver? Recomendam alguns filmes ou séries?

 

 

 

08.10.18

Desafio da Escrita #5 - O Alho (e as minhas confissões)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Lembram-se quando falei na dificuldade de escrever o desafio do dia 3?

 

Enganei-me redondamente. Estou aqui há meia hora sem saber o que escrever, de maneira que vou despejar o que realmente acho que devo despejar. 

 

Eu juro que investiguei. Que procurei com afinco e que quase escrevi sobre os benefícios, malefícios e produtos derivados. Ele há alho em pó, esmagado, picado, granulado, aglomerado. Alho em pó para decorar, para nutracêuticos (?!) ou só e simplemente em pó. Existe até o sumo concentrado de alho, que deve ser tão saboroso como um prego enferrujado mergulhado em óleo de fígado de bacalhau e água de charco. Estou só a dizer.

 

A verdade é que nunca fui à bola com o alho. Na verdade, assisto de vez em quando a um jogo ou outro com ele mas quanto mais longe, melhor. Não é assim tão mau, até porque o uso em pó (not so much zero waste, I know - but hell, don't judge me) nos legumes salteados e numa data de outras coisas mas nunca fui fã. Nem cru, nem cozinhado. 

 

Não devo vir para aqui com factos científicos nem ecológicos acerca deste tão magnífico superalimento, porque pronto. Já viram que não dá. 

 

Um conselho: Evitem embalagens pessoal. Não há necessidade. Há trituradores e recipientes em casa para se congelar. Estou só a dizer. 

04.10.18

Desafio da Escrita #4 - Livro(s)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Para o nosso quarto dia do desafio da escrita lançado pela totó, vou apresentar-vos 4 livros. Parece-vos bem?

E se fossem todos relacionados com o minimalismo, desperdízio zero e finanças pessoais, ainda melhor?

Pronto, então cá vai - Não me julguem, que é a segunda publicação que faço esta manhã:

 

1. 

Wook.pt - Desperdício Zero

"Filosofia de vida com base nos cinco "erres": refuse (recusar), reduce (reduzir), reuse (reutilizar), recicle (reciclar) e rot (decompor) Que tal implementar em sua casa e na vida uma filosofia de desperdício zero? Com este livro, aprenderá a erradicar o lixo da sua vida passo a passo. A autora demonstra os benefícios que usufruímos de um estilo de vida sem desperdícios: para isso, basta recusar aquilo de que não precisamos, reduzir o consumo, reutilizar e reciclar tudo aquilo que não podemos recusar. Deste modo, melhorará o seu estilo de vida, a sua saúde, poupará mais dinheiro e tempo, e proporcionará um futuro melhor para si, para a sua família e para o planeta." - E mais, não digo.  [1]

 

2. 

EVERYTHING THAT REMAINS: A MEMOIR

 

 

"E se tudo que você quisesse não fosse o que você realmente quer? Vinte e poucos anos, vestido de fato, Joshua Fields Millburn achava que tinha tudo que alguém poderia querer. Até achar que não.

Cego pela perda da sua mãe e do seu casamento, Millburn começou a questionar a vida que ele construiu para si mesmo.

Então ele descobriu o minimalismo. . . e tudo começou a mudar.

Quatro anos depois, Millburn abraçou a simplicidade. Na busca por algo mais substancial do que o consumo compulsório e o rompido Sonho Americano, ele descartou a maior parte de suas posses materiais, pagou um monte de dívidas incapacitantes e abandonou sua carreira de seis dígitos.

Depois que tudo se foi, o que restou? Não é um livro de instruções, mas um livro que vale a pena, Everything That Remains é a história tocante e surpreendente do que aconteceu quando um jovem decidiu deixar tudo para trás e começar a viver mais deliberadamente. De coração dilacerante, edificante e profundamente pessoal, este livro de memórias envolvente é recheado com interrupções perspicazes por Ryan Nicodemus, melhor amigo de Millburn de vinte anos." [2] - mais livros dos The Minimalists aqui. - Confesso que não encontrei versões traduzidas em Português, mas também não procurei muito. 

 

3. e 4.

 

[3]

"Sim, eu sei que sou suspeito, mas estou mesmo convencido que é um dos melhores livros já publicados em Portugal para nos abrir os olhos para a forma como gastamos o nosso dinheiro. Tem as dicas que precisa para começar a pôr as suas contas em ordem e para perceber afinal para onde vai o seu dinheiro, quando ele não chega ao fim do mês. E vai conhecer muitas alternativas para finalmente conseguir pôr as suas poupanças a crescer.

É um manual de finanças pessoais prático e simples que o pode salvar de muitos equívocos causados pela inércia ou ignorância. Não vai encontrar noutros livros nada tão simples de entender. Pelo menos, ainda não encontrei. Se conhece as reportagens na televisão sabe que não estou a exagerar. Vale mesmo a pena ter estas informações sempre disponíveis na sua estante, ao alcance da mão." - No meu caso, no wook reader ao alcance de um dedo... ou clique?!? 

 

Bom feriado!

Logo à noite vou ouvir a Carolina Deslandes ao vivo! Yeeeah

 

 

 

04.10.18

Desafio da Escrita #3 - Dentes (e o desperdício zero)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Bom dia Malta!

 

 

Para vos falar um pouquinho sobre os dentes, tenho de vos apresentar o grupo que sigo diariamente, do qual já falei inclusive aqui. O grupo Lixo Zero Portugal é um dos melhores grupos do facebook e que tem uma interação humana brutal. Todos os dias são publicados dezenas, senão centenas de assuntos diferentes e vale muito a pena aderir.

 

Mas que raio tem o grupo Lixo Zero Portugal a ver com os dentes? Quando me deparei com a palavra do dia, este grupo foi a primeira coisa que me veio à cabeça e é seguramente a melhor fonte de informação sobre a matéria. Aliás, as pessoas falam de tudo. Desde cotonetes, a produtos de cosmética naturais, passando por movimentos de limpeza de ruas e alternativas de uso a qualquer objeto de plástico. 

 

Quanto aos dentes, e no âmbito de uma vida e consciência mais sustentável eu posso salientar alguns aspetos que podemos melhorar no nosso dia a dia para reduzir a nossa pegada ecológica. Tais como:

 

1. O uso de escova de dentes de bambu - atenção: já existem escovas de bambu com cerdas vegetais e que são 100% compostáveis. Há outras em que estas são de nylon - mas já é um começo, certo? Recomenda-se a substituição da escova de dentes pelo menos duas vezes por ano. Imaginam a quantidade de escovas que há por aí nos nossos aterros? E se vos dissesse que as escovas de dentes são um dos produtos mais difíceis de reciclar, e que provavelmente nenhuma empresa o faz? E se vos dissesse que por ano, na Europa  são produzidas e deitadas fora cerca de mil milhões de escovas de dentes?  [1] [2] - Vídeo para quem tiver curiosidade sobre a "viagem" de uma escova de dentes. - Para quem acha que não há escovas a passear por aí.

 

2. Pasta de dentes sólida, em pó ou em pastilhas - Sim, isso mesmo! No caso da sólida, basta esfregar a escova molhada na barra e lavar os dentes normalmente - dura muito mais. Quanto às pastilhas, basta trincar e escovar com a vossa escova de bambu. O pó usa-se com a escova molhada e... bom, usa-se da melhor forma e conforme o vosso instinto achar que deve usar. [3] Para lém disto, existem ainda alternativas vegan - produtos que não foram testados em animais. Felizmente existem já muitas marcas por aí. 

 

 

3. Pasta de dentes caseira - Existem ainda algumas receitas por aí, para quem se aventurar a fazer a sua própria pasta de dentes em casa. Com bicarbonato de sódio (cuidado com isto), óleo de coco e umas gotas de óleo essencial - está feito! Receitas aquiaquiaquiaqui (em inglês) e aqui (em inglês). - Há ainda quem substitua o bicarbonato de sódio por argila branca fina e quem use carvão em pó em vez de pasta de dentes. Para além de limpar, branqueia os dentes! Não é fantástico?

 

- Ainda para quem se quiser aventurar mais e reciclar as suas escovas de dentes de plástico: Faça as suas agulhas de crochet! 

 

- Ou então, que tal fazer uma base de sabonete com as nossas escovs de bambu? Fantástico, não é mesmo?

 

- Como vos disse, dêem uma vista de olhos ao Lixo Zero Portugal. Adiram e explorem. É muito bom. Há pessoas com ideias fantásticas! Dentro do grupo - Tag dentes.

 

A imagem pode conter: texto

 

 

Se não conseguirem aceder aos links, por favor digam alguma coisa nos comentários em baixo. Obrigada!

02.10.18

Desafio da Escrita #2 - Vela (de todos os tipos)

Rita (porque minimalistas há muitas)

 Bom dia malta! 

 

Para mim, o 2º dia do desafio é capaz de ser o mais complicado porque não tenho muita experiência nem conhecimento sobre velas. Pensei muito sobre o assunto e pesquisei muito a matéria para vos falar um pouquinho sobre elas aqui no blog - até porque nem todas as velas têm pavio e cera - como o desporto.

 

light night flame darkness candle christmas lighting decor advent christmas decoration candles bill candlelight before christmas candle flame second candle

Mas vá, falando do objeto em si:

 

Houve uma altura em que eu andava fascinada com velas. Queria velas de todas as cores, feitios e cheiros. A minha mãe nunca viu grande utilidade em gastar rios de dinheiro com velas e por isso nunca tive muitas - e ainda bem. Hoje penso que não há espaço para elas no meu dia a dia. Não fazem muito sentido, desculpem-me. Deve ser desta minha nova mania do minimalismo, como dizem alguns. 

 

Está bem que criam um bom ambiente em certas ocasiões e que podem ser precisas caso a eletricidade falhe, mas a verdade é que para além da eletricidade não falhar muito hoje em dia, as velas não são melhores nem mais sustentáveis do que a energia elétrica. Ou são? Dêem-me a vossa opinião! 

 

E as velas decorativas? D.E.C.O.R.A.T.I.V.A.S. - Que são tão bonitinhas que nem sequer se podem acender?!? Hum Hum. Não sei não. 

 

Nem imaginam como fiquei espantada ao pesquisar sobre este objeto, a meu ver, sobrevalorizado. Elas são artesanais, ecológicasbiológicas ou vegan. Têm óleos essenciais, manteiga de karité, grainha de uva, aloé vera e até óleo alimentarAlgumas (se não todas as ecológicas) previnem até a contaminação de 160 litros de água e outras (e mais outras) são usadas em massagens. 

 

SABIAM QUE [referência aqui e vídeo aqui]:

 

- "O óleo alimentar depois de usado pode ser prejudicial ao meio ambiente se não for tratado? Num ano, consomem-se por todo o mundo mais de 40.000 milhões de toneladas de óleos vegetais. Quase metade desta quantidade gera resíduos que devem ser devidamente tratados, para que desta forma se possa preservar a água do planeta."

- "Por cada litro de óleo alimentar, tratado e reciclado, estamos a salvar cerca de 1000 litros de água. Esta é a quantidade de água equivalente ao consumo médio de um cidadão europeu em 5 dias."

- "Estima-se que a quantidade de óleo que não é devidamente tratado seja suficiente para alterar, por exemplo, as propriedades das águas de todo o Mar Báltico." ?!? 

 

Bom, esperem lá... Afinal nem tudo é mau. Já estamos a chegar a algum lado. 

 

Fiquei realmente curiosa com as velas de massagem. Por exemplo, a descrição da Vela Ecológica de Massagem de Coco e Canela da marca Miristica (que por si só me parece já bastante bem):

 

"Ao acender esta vela, o óleo essencial vai-se difundir, proporcionando uma sensação de relaxamento físico e mental. - Eh lá. Quase me convencem. 

 

Esta vela é feita com cera de soja que derrete a uma temperatura mais baixa do que a maioria das ceras e parafinas usadas normalmente. Assim, ao ser aplicada sobre a pele não queima e permite fazer uma massagem muito eficaz uma vez que a sua textura quando derretida é semelhante à de um óleo de massagem. Após a massagem a pele fica macia e hidratada graças ao efeito da cera e do óleo de sésamo.

 

Na pele, o óleo essencial de canela tem uma acção analgésica e anti-inflamatória, sendo indicada em casos de artrites, reumatismo, cansaço dores e espasmos musculares. - Say Whaaat?

 

Também funciona como tonificante, não apenas da pele mas também do sistema digestivo, circulatório e respiratório. A canela é ainda conhecida por ser afrodisíaca. - Oh, não sei não. Esta não me convence. Quero provas! 

 

Os ingredientes foram seleccionados de forma a que esta vela não emita fuligem que poderia irritar as vias respiratórias, a cor obtém-se com pigmentos naturais que não são nocivos para o organismo, o pavio é de algodão natural e o frasco é de vidro reciclado, podendo ser reutilizado após utilização da vela." - Muito bem, sim senhor. Estão aprovadas. 

 

 

Alguns links que recomendo

(sejam eles lojas online, tutoriais ou referências bibliográficas - ATENÇÃO: Ninguém patrocinou este blog):

 

Lojas de ingredientes:

Kit Pavio e Ilhós para velas

Gran Velada - Materiais para velas naturais

 

Lojas de velas naturais:

Vela de Massagem de Alfazema Vegan

Velas Vegan | Elo7

O.W.N Candles - Vela de Viagem

 

Tutoriais (nem todos com ingredientes naturais, vegan e ecológicos):

Como fazer Velas Ecológicas em Casa com a Greatest Candle

DIY: Aprenda a fazer velas ecológicas

Como fazer velas ecológicas em casa

Hacervelas.es - Velas no toxicas: ecologicas y naturales

Vela de Baunilha Bio

 

Outros:

Velas Ecolove Scentsacions

Mundo de Sofia - Velas Ecológicas

Fula sugere solução inteligente para reutilizar óleo usado: fazer velas!