A ciência por trás da felicidade #4 - bondade e conexão social

Hoje, a coisa muda de figura. Ó se muda, até eu fiquei admirada. No início de cada semana de curso (estou na terceira), há uma peça de leitura que intercede os vídeos, e neste post vou falar um pouco sobre o que li.
Passemos então à matéria.
Estudos dizem que as pessoas felizes tendem a espalhar o bem. "Ai, mas que lamechice agora. Espalhar o bem, isso é coisa para miúdos na catequese". Desculpem-me, mas tem de ser. Aguentem corações.
Tenho um desafio para vocês que me foi passado pela Professora Laurie. Nos próximos sete dias irão fazer actividades extra. Actividades boas, que ajudem alguém. Não precisam de ser exageradas, tipo doar todos os vossos bens essenciais a uma instituição.
Podem, por exemplo, ajudar um colega de trabalho a apanhar um papel do chão ou com uma tarefa mais demorada. Ou então, dar uns euros ou algum tempo a uma causa em que acreditem. Digam algo positivo a um estranho, como por exemplo um "bom dia, vizinho. O tempo hoje está bom, não está?" ou escrevam uma nota de agradecimento, dêem sangue e sejam voluntários numa instituição para protecção de animais. Um beijinho à mãe ou um jantar à família. Qualquer coisa boa serve.
No final do dia descrevam a vossa actividade bondosa num caderno. O mesmo, onde escreveram as 100 frases de ontem. Percebam como isso afectou a positividade do vosso dia e como tudo parece muito mais leve.
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Da mesma forma que a generosidade faz as pessoas mais felizes, as nossas conexões sociais também. Estudos mostram que as pessoas felizes passam mais tempo com outras pessoas e têm um conjunto mais rico de amigos do que pessoas infelizes. Não estou a brincar, isto está escrito nas páginas do curso.
Mais estudos mostram que o simples facto de conversar com alguém na rua, pode melhorar mais o nosso humor do que aquilo que achamos. É uma sensação que pode durar o dia todo.
E aí vem mais um desafio: nos próximos sete dias, o leitor vai tentar fazer uma nova conexão social por dia. Desencadeie uma conversa no autocarro ou com o barman da esquina. Um colega de trabalho ou um telefonema com um amigo que mora longe.
Mas com este desafio também se pretende ir mais além. Procure conexões mais profundas também. Reserve por exemplo, uma hora do seu dia para estar com alguém de quem gosta muito, um amigo ou um membro de família com quem não fala há muito tempo. Depois do trabalho, por exemplo, marque uma cerveja ou um café com alguém.
No final do dia escreva no caderno o que se passou e como se sente. É um caderno privado, ninguém vai ler o que se está a passar consigo nem ninguém se importa se anda a tramar alguma ou não. Deixe-os falar.
