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Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

03.09.18

De quantos objectos precisas para seres feliz? - Público 2013

Rita (porque minimalistas há muitas)

Encontrei esta publicação do Público de 2013. Dêem uma vista de olhos. Está muito bem escrita e vale a pena. O relato de uma Rita, que podia ser eu - mas não sou investigadora no Algarve nem tenho dois filhos.

"O desafio, que consiste em viver com menos de 100 objectos" - ainda está por concretizar, mas não moro sozinha e há quem não seja, de todo, minimalista lá por casa - Gostava muito de um dia poder dizer que tenho menos de 100 objetos... O Joshua Fields Millburn diz que uma casa de tamanho médio tem normalmente mais de 300 000 items - Pode isto?? - Ele, tem 288 coisas e eu hei-de contar as minhas. Claro que cada um cria as categorias que quer. Por exemplo, para o Joshua - o talher é só uma coisa. Os copos são outra. A roupa interior é outra. 

 

Há coisas que para mim já estão um bocadinho desatualizadas no texto, principalmente a parte da compra de mp3. Eu uso Spotify - a versão gratuita, mesmo. 

 

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"Nota-se nas experiências narradas na Internet uma necessidade de valorizar o essencial. O foco naquilo que verdadeiramente importa. Também é recorrente nos discursos do minimalismo uma preocupação ambiental e o desejo de reduzir o stress quotidiano. Os objectos surgem como mais uma distracção, embora o excesso de trabalho e as obrigações sociais também sejam apresentados como tralhas intangíveis que colocam obstáculos à felicidade. Não parece haver no fenómeno regras absolutas ou caminhos obrigatórios. " - Diz a Andreia Soares, autora do artigo.

 

Aqui está outro artigo, também do Público - Renata Monteiro, 2017

 

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 "O objectivo é tornar tudo “muito mais usável, orgânico e funcional”. “Imagina: se dissermos que gostamos de um livro e tivermos centenas de livros em montes, uns atrás dos outros, acabamos por não pegar nele porque é um volume tão grande de coisas que o nosso subconsciente também fica preguiçoso só de pensar ‘agora lá vou eu ter de subir àquela estante e pegar no livro que está atrás de tudo’". A organizadora cita uma autora que lhes chama “obstáculos”. “Se tiveres uma cozinha cheia de coisas, condimentos que não usas, esqueces-te que lá atrás tens farinha e fermento para fazeres panquecas”, lembra. “E tu até adoras fazer panquecas, mas depois cais na rotina de usar sempre as mesmas coisas porque nem tens tempo nem vontade para, de manhã, ires investigar por baixo do resto que não gostas.”

 

É tão simples assim. O minimalismo não tem regras. Nem sequer precisa de ser chamado de minimalismo. Trata-se de simplificar.