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Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

06.02.19

Destralhe anual: 14 jan - 6 fev

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá olá maltinha!

Chegou a vez do meu segundo destralhe anual e confesso-vos uma coisa... Passei um bom bocado à procura de objetos para destralhar e não foi fácil. Mas ao mesmo tempo... vejam a foto e reparem na quantidade de objetos aleatórios que uma pessoa (vá, eu) vai mantendo por casa. 

 

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Desde caixas de joalharia, a cordas de saltar, passando por embalagens vazias e coisas para gatos. Numa coisa também reparei, cerca de 70% destes items são de plástico (ou têm algum constituinte) e apenas uma é reciclável. Não comprei tudo, mas de alguma forma as coisas vieram parar cá a casa.

 

Acredito que consigo dar a maior parte destes items e não vou precisar de deitar fora, com a exceção dos cartões, o porta chaves de participação numa conferência, e um boião de gel que trouxe da conferência - ainda não percebi para que serve.

 

Bom, afinal não estou tão perto do zero waste como gostaria de estar, infelizmente. E esta quantidade de pástico? Minhã mãe. Há coisas sobre as quais preciso de pensar e ponderar, principalmente a respeito do consumo de objetos de uso único. E vocês, têm destas coisas em casa?

 

 

13.01.19

Destralhe anual: 1 - 13 jan

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá olá olá!

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Lembram-se dos desafios que lancei há uns dias? Pois é, apesar de a minha casa já estar bem "destralhada" eu vou tentar desfazer-me de um objeto por dia, em 2019. Já vos tinha dito que em média, cada casa tem mais de 300 000 objetos? Quantos deles ficam esquecidos no fundo da gaveta ou do armário? Dito pelos The Minimalists, não estou a inventar! Acumula-se muita coisa! Eu gosto de me concentrar nas coisas que realmente importam e detesto perder tempo com objetos que não trazem significado nenhum à nossa existência. 

 

Como o caso destes aqui em baixo:

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São 13 objetos de maquilhagem. Cada um para os 13 primeiros dias do ano. Sabem há quanto tempo não uso maquilhagem? Há mais de um ano! E tenho mantido isto "para o caso de...". Conhecem bem estas palavras, certo? - "Ai, nunca se sabe... Sei lá, posso ter de ir a um casamento daqui a 3 anos. Ou imagina que tenho de ir a uma entrevista de emprego?" 

 

Acontece que a maquilhagem tem muito pouco tempo de vida útil (para os meus hábitos). E sinceramente, não adianta manter este tipo de coisas por casa. Quando conheci o minimalismo, foi como se tivesse acordado de um sonho irrealista, sabem? Os padrões da sociedade existem para manter os lucros das grandes empresas, já todos sabemos isto e não é novidade para ninguém. Hoje em dia tenho um ou dois cremes e chega bem. Pena ter dado os meus vernizes há uns meses, porque davam bem para um mês inteiro.  Já sei qual será o meu próximo destralhe - material de escritório!

 

Nota: Atenção que não é só desfazermo-nos de coisas à toa, só porque sim. Têm de ser coisas que já não precisamos e que já não trazem alegria às nossas vidas. Bom destralhe!

07.01.19

Viver com simplicidade

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá malta!

 

Já não escrevo há algum tempo, é verdade. Decidi fazer uma pausa e "retrospectivar" sobre tudo o que se passa à minha volta nesta altura do ano, ou dos anos. De vez em quando gosto de fazer isto, afastar-me um bocado e concentrar-me nas minhas prioridades e estilo de vida. 

 

Viver com simplicidade. É isto que eu quero para mim e para a sociedade, não fosse esta uma das mais variadas mensagens que o Papa Francisco tem vindo a espalhar. Confesso-vos que apesar de ser cristã - porque assim me batizaram - não sou praticante.

 

Não sou praticante, mas gosto de ouvir o homem. Ele sabe do que fala, é sábio e cheio de experiência no que diz respeito à natureza humana. Tem de se manter atualizado.  Como o Portas, mas de uma forma menos quantitativa, estão a perceber?

 

Sorry about thatAnyway, passámos uma época anual de muito consumismo e de novas realizações pessoais, pelo que é tempo de pensarmos nas nossas atitudes perante o universo e no nosso modo de estar e de viver, tendo em conta a nossa pegada ecológica.

 

Todos os dias somos bombardeados com notícias sobre os mais variados temas direta ou indiretamente ligados ao consumismo. Desde a redução do plástico ao aquecimento global. Vocês sabem que não é tudo treta, não sabem? Digam-me que sim. É tudo verdade, está a acontecer rapidamente e pode não afetar-vos a vós mas certamente que irá afetar os vossos filhos. 

 

Tenho quatro desafios para vocês para 2019.

1. As perguntas:

 

Peguem em cada objeto que estão prestes a comprar e façam estas quatro perguntas:

 

- Preciso mesmo disto?

- Tenho alguma coisa em casa que faz a mesma coisa?

- Isto serve mais do que 2 propósitos diferentes?

- Consigo arranjar em segunda mão?

 

 

2.O tempo de espera:

 

Se o dito objeto custa mais do que 20€ e estiver a mais de 20 minutos de distância da vossa casa, esperem o número de dias correspondente ao preço. Custa 30€? Esperem um mês. Custa 300€? Esperem um ano. Se acharem muito radical, façam as vossas próprias regras e definam um intervalo de tempo que achem que se adequa às vossas necessidades. Nota: Comprar casa ou bens essenciais não conta, ok? 

 

3. O destralhe:

 

Ai como é bom destralhar e dar um novo propósito às coisas que não usamos! Evitem a todo o custo deitar coisas fora, porque já sabemos como funcionam os aterros certo? Ao longo do ano tentem destralhar um objeto por dia em vossa casa. E para deixar as coisas ainda mais interessantes: Que tal descartar/reutilizar/doar um objeto cada vez que entra algo novo em casa?  

 

4. Reduzir o consumo de carne:

 

Esta resolução para 2019 está na moda, e não podia deixar de colocar aqui o desafio. Que tal fazer duas ou três refeições por semana sem carne?

 

Parece-bos vem?

 

Um bom ano a todos!

Divirtam-se, sejam felizes e aconcheguem-se que está frio!

29.10.18

Um pedido de desculpa com desabafos pelo meio

Rita (porque minimalistas há muitas)

Minha boa gente. Bem sei que não tenho aparecido muito por aqui, e desculpem-me. Há coisas que não conseguimos controlar, e as que controlamos, por vezes fogem.

 

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Há pouco tempo, uma amiga disse-me que me meto em muitos projetos ao mesmo tempo e cada vez mais me apercebo disto. Eles são quadros enormes de ponto cruz, workshops de costura, tese de doutoramento para escrever, artigos para escrever, publicações pendentes no blog -dos quais um desafio de escrita e uma série de temas que deixei pendurados para trás, viagens e passeios programados, jogos de futsal (sou adepta fanática - assumo-vos agora em primeira mão, que quase ninguém sabe) e agora - decidi completar a minha árvore genealógica e procurar os meus antepassados.

 

Estou já a pensar em fazer uma nova licenciatura, a programar as minhas próximas leituras, a pensar nas minhas receitas caseiras de detergentes e cosméticos e a trabalhar para pagar a casa em metade do tempo.

 

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Isto do minimalismo tem que se lhe diga... arranjei espaço para mais coisas muito mais importantes para a minha vida, eventos e saídas mas arranjei outras tantas para ocupar o meu tempo. Não posso estar parada, a minha mente tem de estar em constante desenvolvimento e sempre a funcionar. Mas em contrapartida, tenho sentido falta da meditação e das minhas manhãs milagrosas. Tenho sentido falta dos blogs que acompanho aqui e não tenho tido tempo para as minhas leituras diárias. 

 

Acho que sim, efetivamente a minha amiga tem toda a razão, e não sei como parar. A vida é tão curta. Acontecem-nos coisas levadas do diabo a qualquer momento e num piscar de olhos podemos perder qualquer capacidade para fazer o que quer que seja de nossa vontade.

 

 

Não quero deixar de explorar o mundo, nem de abdicar dos meus amigos e familiares. Não quero perder o tempo com coisas fúteis mas também não tenho conseguido encontrar um meio termo nem manter a minha balança equilibrada - não fosse este o meu signo. 

 

E vocês, sentem-se "atulhados" de coisas - coisas que surgem por vossa própria recriação ou precisam de um empurrãozinho para se atirarem de cabeça para alguma coisa? Digo-vos uma coisa - o ser humano está "programado" para se adaptar a qualquer situação e a usufruir de qualquer recurso para conseguir o que quer, daí o estado de esgotamento do nosso planeta e da exaustão de recursos. Cada um de nós consegue fazer tudo ou nada, de acordo com os nossos princípios e vontades. Se há sonhos por aí, não desistam. Mas também não se metam em tudo, como eu. Pode correr mal 😂 

22.10.18

Livre-se de uma coisa que não usa, todos os dias durante um mês - The UniPlanet

Rita (porque minimalistas há muitas)

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Tenho a dizer que esta é a melhor newsletter que recebo DE SEMPRE e que felizmente aderi por recomendação de alguém aqui da nossa blogosfera do sapo. A UniPlanet retrata exatamente a minha posição atual no que diz respeito ao minimalismo e zero waste, que para além de ir de encontro à minha filosofia de vida e a qual (esporadicamente) tenho vindo a apresentar aqui no blog, tem apresentado notícias semanais do que se passa no planeta sobre estas temáticas. É realmente fantástico, e recomendo a quem não conhece que dê uma vista de olhos. É o meu feed de notícias favorito!

 

Este desafio foi publicado a 18 de Outubro deste mês e tem como objetivo fundamental livrarmo-nos de um objeto que não usamos por dia. 

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Seja um verniz de unhas que já não usamos há muito tempo e que até nem gostamos muito da cor, ou aquele perfume que insiste em manter-se no fundo da prateleira. Um livro que já foi lido, ou uma caneta que não escreve - o importante é destralhar e eliminarmos de uma vez por todas todo este excesso que mantemos nas nossas vidas sem propósito nenhum e que - vá, todos vós concordam comigo - não interessam nem ao cão da vizinha para roer. 

 

Não vos digo para deitarem tais objetos no lixo (com exceção do raio da caneta - Usem computador ou o próprio telemóvel para substituir as vossas próximas compras de canetas). Muito pelo contrário. Podem até ser coisas que provavelmente trazem mais valia à vida de outras pessoas. Economia circular, minha gente. Nunca se esqueçam da economia circular. Andamento e bola para a frente!

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12.10.18

Desafio da Escrita #6 - Cinema (low cost ou não)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá malta! 

 

Sim, eu sei.... É dia 12, e não 6. Desculpem do fundo do coração! Vou tentar correr o mais que puder para vos encontrar neste belo desafio. 

 

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Já vos tinha dito que ADORO cinema? Quem não gosta que levante o braço! E se gostam MUITO sabem que com o cinema vem o dinheiro... ou a falta dele. Houve uma altura em que ia ao cinema todas as semanas - quando ofereciam um bilhete na compra de outro. Era fantástico. Entretanto o cinema local mudou de dono e a festa acabou . Mas mesmo indo ao cinema todas as semanas por metade do preço.. Ao fim do ano rondava os 150€ em gastos. 

 

E depois da festa ter acabado, o que aconteceu? Os preços foram subindo e subindo. Lembram-se de quando o bilhete de cinema custava 200 escudos? Era eu pequenita mas já ia ao cinema 

 

E é tudo fantástico enquanto recebemos mesada dos papás. Agora raramente vou ao cinema. Nem me lembro da última vez que lá pus os pés. Hunger Games? Canção da estrela? No lo sé. Mas por certo, vi muitos filmes, séries e documentários. Grande parte deles a partir do Netflix e outra parte espalhados pela net.

 

Em baixo vejam a minha lista de últimas visualizações (desde o início do ano, atenção), as quais vou classificar de 1* a 5***** de acordo com o meu gosto pessoal - que analisa fatores como a edição, efeitos especiais, dramatismo, número de lágrimas produzidas, número de risadas e sensação de tempo passado - se demora uma eternidade ou não a acabar.

 

Os últimos filmes que vi foram:

 

Just Wright (2010) *****

Footloose (2011) **

A Terra dos Bons Costumes (2018) **

Agarra-te à vida, Não ao Cabelo (2018) ***

Aguenta-te aos 40! (2012) *****

Surpresas da Vida (2006) **

Book Club (2018) *****

Sierra Burgess is a Loser (2018) *****

A Todos os rapazes que amei (2018) ****

Orgulho e Preconceito (2005) *****

Tal Pai, Tal Filha (2018) ***

 

E as últimas séries (nem todas completas) que vi foram: 

 

Elite (2018) ***** ***** *****!!!!

The World's Most Extraordinary Homes (2017) *****

That 70's Show (1998) ****

Atypical (2017) ***

Ozark (2017) *****

Alias Grace (2017) ***

The Ranch (2016) ***

Gypsy (2017) ****

The Client List (2012) ****

Sobrevivente Designado (2016) *****

Por 13 Razões (2017) *****

Black Mirror (2011) *****

Dear White People (2017) *****

Stranger Things (2016) ***

La Casa de Papel (ÓBVIO) ***** ***** ***** !!!

 

90% destes títulos foram vistos no Netflix e desde que tenho o serviço que não me lembro de ver nada na TV por cabo, para além do The Voice Portugal e do 5 para a meia noite que adoro. Malta, existe muito material na net. Muito mesmo. Basta procurar. Nem todo ele é legal, obviamente, mas todos sabem isto e quase todos o fazem. Quem está tentado a experimentar o Netflix Portugal que o faça porque vale muito a pena. Ou não, para não terem tentação de gastar dinheiro. Há sempre o período experimental de um mês - Sim, é preciso fornecerem os dados do cartão de débito ou crédito, mas saibam que cada utilizador tem uma área pessoal onde pode cancelar o serviço e instantâneamente deixa de poder aceder ao conteúdo e o pagamento é automaticamente cancelado. 

 

Para mim, o Netflix é low cost na medida em que me poupa muito dinheiro em cinema e fico tão ou mais satisfeita. Não tenho qualquer necessidade de pagar 6,5€ para ver um filme. Bem sei que nem todo o conteúdo atual está na plataforma, mas a oferta é tanta e tão mas tão boa que acabo por nem ter vontade de ver algo em específico. Normalmente quem experimenta a sério, acaba por pagar pelo serviço. 

 

E vocês, que andam a ver? Recomendam alguns filmes ou séries?

 

 

 

04.10.18

Desafio da Escrita #4 - Livro(s)

Rita (porque minimalistas há muitas)

Para o nosso quarto dia do desafio da escrita lançado pela totó, vou apresentar-vos 4 livros. Parece-vos bem?

E se fossem todos relacionados com o minimalismo, desperdízio zero e finanças pessoais, ainda melhor?

Pronto, então cá vai - Não me julguem, que é a segunda publicação que faço esta manhã:

 

1. 

Wook.pt - Desperdício Zero

"Filosofia de vida com base nos cinco "erres": refuse (recusar), reduce (reduzir), reuse (reutilizar), recicle (reciclar) e rot (decompor) Que tal implementar em sua casa e na vida uma filosofia de desperdício zero? Com este livro, aprenderá a erradicar o lixo da sua vida passo a passo. A autora demonstra os benefícios que usufruímos de um estilo de vida sem desperdícios: para isso, basta recusar aquilo de que não precisamos, reduzir o consumo, reutilizar e reciclar tudo aquilo que não podemos recusar. Deste modo, melhorará o seu estilo de vida, a sua saúde, poupará mais dinheiro e tempo, e proporcionará um futuro melhor para si, para a sua família e para o planeta." - E mais, não digo.  [1]

 

2. 

EVERYTHING THAT REMAINS: A MEMOIR

 

 

"E se tudo que você quisesse não fosse o que você realmente quer? Vinte e poucos anos, vestido de fato, Joshua Fields Millburn achava que tinha tudo que alguém poderia querer. Até achar que não.

Cego pela perda da sua mãe e do seu casamento, Millburn começou a questionar a vida que ele construiu para si mesmo.

Então ele descobriu o minimalismo. . . e tudo começou a mudar.

Quatro anos depois, Millburn abraçou a simplicidade. Na busca por algo mais substancial do que o consumo compulsório e o rompido Sonho Americano, ele descartou a maior parte de suas posses materiais, pagou um monte de dívidas incapacitantes e abandonou sua carreira de seis dígitos.

Depois que tudo se foi, o que restou? Não é um livro de instruções, mas um livro que vale a pena, Everything That Remains é a história tocante e surpreendente do que aconteceu quando um jovem decidiu deixar tudo para trás e começar a viver mais deliberadamente. De coração dilacerante, edificante e profundamente pessoal, este livro de memórias envolvente é recheado com interrupções perspicazes por Ryan Nicodemus, melhor amigo de Millburn de vinte anos." [2] - mais livros dos The Minimalists aqui. - Confesso que não encontrei versões traduzidas em Português, mas também não procurei muito. 

 

3. e 4.

 

[3]

"Sim, eu sei que sou suspeito, mas estou mesmo convencido que é um dos melhores livros já publicados em Portugal para nos abrir os olhos para a forma como gastamos o nosso dinheiro. Tem as dicas que precisa para começar a pôr as suas contas em ordem e para perceber afinal para onde vai o seu dinheiro, quando ele não chega ao fim do mês. E vai conhecer muitas alternativas para finalmente conseguir pôr as suas poupanças a crescer.

É um manual de finanças pessoais prático e simples que o pode salvar de muitos equívocos causados pela inércia ou ignorância. Não vai encontrar noutros livros nada tão simples de entender. Pelo menos, ainda não encontrei. Se conhece as reportagens na televisão sabe que não estou a exagerar. Vale mesmo a pena ter estas informações sempre disponíveis na sua estante, ao alcance da mão." - No meu caso, no wook reader ao alcance de um dedo... ou clique?!? 

 

Bom feriado!

Logo à noite vou ouvir a Carolina Deslandes ao vivo! Yeeeah