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Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

22.11.18

O melhor presente de Natal que vi (até) hoje

Rita (porque minimalistas há muitas)

 Olá malta! 

 

Confesso que ia fazer disto um "minimalismo da semana". Mas possa... é tão grande e tão maravilhoso que não cabe lá.

 

Alguém publicou isto no nosso grupo do facebook "Journey to Zero-Waste":

1.PNG

"Olá a todos! Quero dar ao meu marido algo grande para o Natal para mostrar o quanto significa para mim, bem como algo que é zero desperdício, vi esta ideia e gostei muito! Mas preciso de toda a vossa ajuda! Se você pudesse publicar uma foto de uma nota que diz:

 
Michael,
O amor de Andy por você cresceu tanto que atingiu * a cidade onde você mora *
 
Pontos de bónus se você estiver fora dos EUA! Por favor, ajude-me a surpreender o meu marido com este presente sentimental zero de resíduos! Eu reciclei a minha nota usando-a na minha lareira - e subsequentemente destruindo as evidências."
 
Digam lá... Não é o melhor presente de todos os tempos? Caramba, sabem que eu não fico indiferente a estas coisas!
 

IMG_20181122_092316.jpg

 

[Aproveito para usar esta publicação no Desafio da Escrita - Dia 31 - Amor, que de certeza que não faço melhor do que isto ]

 

20.11.18

Vida = Igualdade

Rita (porque minimalistas há muitas)

Há quem lute por ela diariamente, há quem a despreze, há quem a deixe passar sem preocupações ou sofrimento e há quem lute pela falta dela nos outros.

 

Ao longo dos tempos, a vida de um homem sempre foi diferente da vida da mulher. Em qualquer canto do mundo

 

Gosto de acreditar que em Portugal, esta diferença tende a diminuir. Como diz Luísa Paixão em "Quem tem medo do feminismo", "Esta pergunta já não deveria fazer sentido, em pleno século XXI, num país democrático como o nosso, mas, infelizmente, ainda se impõe fazê-la, pois falar de feminismo leva-nos, invariavelmente, a uma discussão que termina com a necessidade de desconstruir argumentos tão falaciosos como os exageros de que são acusadas as mulheres na luta pelos seus direitos, em vez de operarem uma espécie de «milagre das rosas moderno», que levasse os homens a aceitarem a igualdade sem se sentirem ameaçados.  (...) As quotas, que começaram na política, têm de ser alargadas à cultura, às artes, ao desporto e a todas as vertentes da educação, desde a ciência e investigação até a aspetos tão práticos como a organização dos manuais escolares."

 

Sim, tende a diminuir, mas ainda não chegámos. Felizmente, cá por casa somos todos iguais. Quando há debate - há compreensão, há diálogo, há argumentação. 

 

Vamos lá ver uma coisa. O feminismo nunca foi colocar as mulheres acima de tudo. Nunca foi sobre os homens nem sobre colocá-los no seu lugar, nem nunca foi sobre o cavalheirismo. Trata-se de um movimento social, económico, político, filosófico (e de todos os outros). Trata-se de igualdade, meus caros. O cavalheirismo é outra coisa.

 

Às vezes sinto que esta luta já vem das gerações passadas. Sempre fez parte de mim. As minhas colegas da blogoesfera que o digam. Não sentem que o nosso dia a dia é uma luta constante pela igualdade? Como se tivéssemos de provar o nosso valor todos os santos dias? Como se tudo o que fizéssemos tem de ser aprovado e justificado perante os homens da vida? Bolas, até os produtos no supermercado são mais caros para nós. Aqui - em Portugal - no nosso cantinho do céu.

 

Em Portugal, onde a disparidade de salários ainda existe e onde claramente há tarefas para homens e tarefas para mulheres. Como se as mulheres não tivessem de fazer tudo o que os homens fazem, com menos recursos e mais produtividade. É como se a luta pela igualdade estivesse dentro de nós e fosse passado através das gerações anteriores. Eu acredito na herança epigenética. Carregamos isto dentro de nós.

 

Até que venha alguém - como o meu namorido - que nos mostre que não tem de ser assim. Mesmo depois de alguém dizer que "já não se fazem homens assim, como antigamente" ou que "há poucos", é mentira. É tão mentira que agora é que começam a aparecer. Assim de cabeça, lembro-me de alguns. Poucos, mas muito bons.

 

Felizmente estes poucos são meus. Familiares e amigos, que se não fossem eles, provavelmente não tinha esta mente aberta nem este "à vontade" para dizer tudo aquilo que quero dizer.

 

 

[Na continuação do desafio da escrita, dia 15 - Vida]

 

 

15.11.18

Isto de ser adulto... vem com muita responsabilidade

Rita (porque minimalistas há muitas)

Quem não concorda comigo que levante a mão. Passam a vida a dizer-nos que ser criança é que é bom. "Ai a minha infância, onde é que ela já vai..." Depois passamos para a escola. "Na escola é que estás bem". Depois a universidade. "Deixa-te estar enquanto podes" - tanto que alguns até se vão deixando estar, à custa dos pais ou de si próprios.

 

Mas, e depois? Quando já não houver educadores nem professores à nossa espera? Quando somos atirados aos leões, sem estar preparados e sem estar à espera de que afinal a vida não tem nada a ver com uma sala de aula? Quando por fim o mundo nos diz que "Vá - tiveste tudo, não foi? Nasceste e cresceste numa redoma de vidro? Tiveste acesso à tecnologia que os teus mais velhos nunca tiveram? Tiveste quem cuidasse de ti em moldes completamente diferentes dos quais os teus cuidadores tiveram? Tu, que não precisas de trabalhar antes de acabar o cursinho superior? - Agora desenrasca-te."

 

Isto de ser adulto e de fazer parte dos millenials ou Geração Y - conforme nos queiram chamar - , sempre me fez muito protegida e sempre me deu acesso à informação que eu quis, sem nunca ter estado preparada para a receber e sinto que nós, mais do que nunca, tivemos uma quantidade muito maior de decisões para tomar ao invés das gerações anteriores e das que nos seguem.

 

É verdade, não me digam que não.

 

Tudo na nossa vida se separa entre o bem e o mal. Coube-nos a nós decidir o que era bom e o que era mau, já que a informação ao nosso redor é tanta que nem sequer passa pela cabeça dos nossos pais aquilo a que tivemos e temos acesso o dia todo e aquilo que cada um de nós pode e consegue fazer com esta informação. Que por termos sido demasiado protegidos, decidimos por nós próprios quem - o que - e quando nos fazia bem ou mal.

 

Não duvido de que as nossas gerações anteriores tenham trabalhado MUITO para chegarmos até aqui. Afinal, um grande número de pessoas partiu muita pedra e produziu muito para que nós nascêssemos com a tecnologia à palma da mão.

 

Mas nós, que nascemos mimados e que tivemos o privilégio de ter o suficiente para nos manter em casa - livres de perigo e preocupações para os nossos pais - temos de nos desenrascar.

 

Haverá, por certo, muita gente que se possa sentir ofendida com este texto e que provavelmente passou por muito para chegar onde chegou. Não duvido. Peço-vos por isso, que pensem nas pessoas que nasceram de vós. Nas pessoas cuidadas por vós e nas pessoas que vocês sabem que tiveram tudo q.b. (às vezes mais) e o quanto vocês lutaram para lhes dar tais condições. As pessoas que foram protegidas ao máximo para não terem de passar por aquilo que vós passaram.

 

Somos nós, que agora nos lançam à realidade. Somos nós que lutamos para manter toda a integridade e valores que nos foram passados, e somos nós que lutamos diariamente para nunca desiludir os nossos que passaram por tanto para nos dar uma vida melhor. Somos nós que aqui estamos e é connosco que têm de lidar. Somos jovens, somos millenials e podemos até ser muito mimados. Mas somos nós, que efetivamente estamos aqui para levantar o país e o planeta de toda e qualquer má decisão que tenha sido feita. Estamos aqui para corrigir os erros de uma sociedade consumista e estamos aqui para fazer o máximo que conseguirmos com o mínimo.

 

[Na continuação do desafio da escrita, dia 14 - Decisão]

09.11.18

Fecha-se uma porta...

Rita (porque minimalistas há muitas)

Abre-se outra. Ou não? Nunca gostei muito da versão da janela. Dá muito trabalho para saltar, e quem me conhece sabe que nunca fui grande ginasta. Para mim, quando se fecha uma porta, abrem-se até duas ou três. Porquê? Porque sempre fui muito otimista. E com o otimismo vêm os resultados. Não duvido! Nunca viram o "The Secret"? Então vejam ou leiam

 

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"Mas para que raio vem esta agora falar-nos de otimismo e resultados?"

 

1. Porque tenho de terminar o desafio da escrita que não sou pessoa de desistir facilmente - Para além disso, o facto de estar a levar o meu tempo entre cada publicação está a torná-las melhores - mais meaningful - ou significativas. 

 

2. Porque tem tudo a ver com este blog, que já me abriu dezenas de portas desde que o criei. Não em termos de publicidade, porque como todos nós sabemos - Advertising sucks (a publicidade não presta - e eu não estou para isso) - mas sim em relação aos temas que vamos discutindo e à pesquisa que foi surgindo ao longo do tempo.

 

3. A tomada de decisões faz parte de nós. Define-nos. Acredito piamente que somos nós que traçamos o nosso destino, não me venham cá com coisas. - "Estudasses!" - E com as decisões fecham-se e abrem-se portas. Desde a camisola que vestimos de manhã à mudança de emprego no dia seguinte. 

 

4. Porque não é de medo nem de pessimismo que este planeta vive. Há tempo para tudo e todos temos os nossos maus dias, mas a "cada minuto que passas a autodestrir-te, são 60 segundos que nunca irás recuperar". A escolha é tua. 

 

5. Posso ter tido muita sorte na minha vida, mas o otimismo levou-me mais longe. Nasci no cantinho do céu - no interior de Portugal. Pode não se passar cá grande coisa, mas também não se passa mal. Ninguém se mete comigo, sempre tive o suficiente, tenho ótimas pessoas à minha volta e comida na mesa. Tenho aquecimento, roupa quentinha e muita saúde. - Mas também não dura para sempre se não lutarmos. Quantas vezes ouvimos falar de pessoas "que se estragaram"? Compreendem o que quero dizer?

 

Vamos lá lutar pelo que queremos! Lutar pela nossa felicidade, que mais ninguém o faz por nós. 

06.11.18

Ideias para Estrelas na Árvore de Natal

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá malta!

 

O Natal está mesmo à porta! Ainda ontem era Verão...  Que tal aproveitarmos a época da solidariedade para sermos um pouco mais amigos do nosso planeta (e dos outros vá - que não quero ser egoísta)?

 

Pois é, a palavra do dia 11 do nosso desafio da escrita é "estrela" e aproveito para colocar aqui algumas ideias originais e sustentáveis para termos a estrela mais bonita do país na nossa árvore. Cliquem nas imagens para mais pormenores (algumas páginas podem não estar em português, mas as imagens ajudam ).

 

Como-hacer-estrella-de-madera-e-hilo-arbol-de-Navidad

 

 

 

 

Stars are an essential part of Christmas, so try your hand at this project from Martha Stewart and make your holiday that much brighter.

 

Neste caso aproveitem luzes que tenham por casa, não comprem de propósito. Ok? 

 

20+ Handmade Christmas Ornaments Using Cardboard! | Tip Junkie 

 

 

Um blog sobre decoração, com idéias para decorar sua casa gastando pouco. Reciclagem, artesanato,decoração,arquitetura, artes, receitas, DIY

 

 

 

Den yndefuldt svævende, stjerneformede adventskrans er bygget op om et let, hjemmelavet stativ af pilegrene og pyntet med lærkekogler.

 

 

 

 

 

 

Бумага, картон, карандаш

 

Podem aproveitar esta para colocar uma foto dos vossos filhos no centro! Uma ideia muito original.

 

#Kersthangertje_van_wasknijpers: deze en veel meer

 

 

Cut out star shapes from a sweater, whip stitch the edges, leaving an opening for stuffing. Whip stitch the opening closed once finished stuffing. Insert a pretty piece of narrow ribbon for hanging.

 

 

 

beyondthepicketfence_wood_and_ribbon_star

 

 

 

como-hacer-estrellas-de-papel-paper-stars-diy

 

 

 

Wedding Lanterns, 3D Paper Stars, Free DIY Printable Star Templates. Star Lanterns

 

 

 

 

 

Faça uma decoração escandinava com galhos | Clique para 28 Fácil DIY Natal ...  #clique #decora #escandinava #facil #galhos #natal

 

 

 

 

Ornamentos para a árvore de Natal- Lã e cola branca... DIY Christmas Star Ornament

 

 

Espero que vos tenha inspirado  No meu caso, a maior parte da minha busca por imaginação está no Pinterest, e estas são todas de lá!

Bom trabalho e até à próxima.

 

 Beijinhos e abraços natalícios! 

05.11.18

Morte ao Plástico #1

Rita (porque minimalistas há muitas)

Viva a nova rúbrica!

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Já falei do plástico em dez publicações neste blog.

 

 

Sabemos que o plástico:

1. Deve ser  o primeiro a ser recusado;

2. Se não for recusado, deve ser reutilizado;

3. Não pode ser depositado no meio ambiente ao deus-dará - Porque o raio do deus-dará não dá nada em troca e as repercussões negativas do plástico ainda não são conhecidas. Seja ele PET, PU, PS, ABS, NYLON, PVC ou  PE - estima-se uma decomposição entre 100 a 2000 anos. Os 100 nunca foram confirmados e os 2000 - o deus dará ou não a quem de direito. 

4. Tem de ser substituído por outras alternativas. Praticamente qualquer peça de plástico neste mundo já tem um substituto. Sejam eles de foro higiénico, educacional, de suporte alimentar, social, económico. E a maior parte delas estão no meu grupo favorito do fb - Zero Waste Portugal.

5. É decomposto em microplásticos sem nunca desaparecer. Compromete a vida e existência de muitas espécies, incluindo a nossa. Recomendo "A Plastic Ocean", um documentário que salvo erro está no youtube - e no netflix. 

6. Faz parte do nosso dia-a-dia e estamos longe de o conseguir eliminar definitivamente nas próximas duas ou três gerações (estou a ser otimista?). Mas também sabemos que qualquer mudança parte de cada um de nós, por mais pequena que seja. É horrível que o plástico seja barato e mais horrível ainda que seja usado sem qualquer preocupação ambiental e sem suscitar qualquer tipo de hesitação na cabeça de grande parte da população.

7. Deve estar sempre nas nossas mentes e devemos sempre tentar encontrar alternativas. Pequenas mudanças como o uso copo menstrual, a compra de produtos em embalagens de vidro em vez de plástico (mesmo que tenha de gastar mais um pouco), sacos de rede na compra de frescos e escova de dentes de bamboo, fazem todo o sentido, não são assim tão caras e poupam-nos mais uma temporada de existência. 

8. Se já se encontra em quantidade enormuda (como diz uma das pequenitas mais fofinhas deste mundo), há que lhe dar o respetivo encaminhamento, nem que seja apanhá-lo do chão.

9. Surgiu no início do século XX (ano de 1901), com desenvolvimento acelerado a partir de 1920. Diga-se há 100 anos. - Como é que em 100 anos surgiram 8,3 mil milhões de toneladas de plástico no planeta [5]?

10. Faz até parte da nossa saúde oral, quanto mais da saúde do planeta?

 

Enfim, já falei um pouco sobre tudo.

 

Mas nem tudo é mau. 

1.PNG

(cliquem na imagem)

 

 E há de facto muito boa gente que declarou guerra ao plástico e que eventualmente há-de conseguir alterar mentalidades. 

Esta publicação vem na sequência do meu desafio da escrita - que por sinal está atrasadíssimo, e este é o meu contributo do dia 10. 

 

Esta é uma nova rúbrica, entre as outras todas que já criei. (Vá, é só mais uma - não se aborreçam) Este blog é meu, estou chateada com o plástico e a partir de agora digo o que me apetecer.

 

Guerra ao plástico! 

 

 

22.10.18

Desafio da Escrita #9 - Branco (no minimalismo)

Rita (porque minimalistas há muitas)

 Olá malta! 

 

Atrasada, mas ainda não me esqueci do desafio nem vou desistir, só para que saibam . Confesso que ultimamente tenho andado muito ocupada com uma série de acontecimentos - desculpa totó - mas cá estou para mais uma palavra deste magnífico desafio que tanto me faz analisar tudo à minha volta. Pensei muito no branco e na mensagem que deveria passar enquanto autora do blog e enquanto recém minimalista e que fosse de encontro aos pilares deste meu cantinho. Por isso cá vai.

 

Beach, Curtain, Decorations, Flower Bouquet, Flowers

 

Desde que moro sem os meus pais que me lembro de ter esta enorme vontade de ter uma casa imaculada cheia de branco - de certeza que há por aí alguém que se identifique comigo... certo?  - Aquela sensação de paz e brilho, em dias ensolarados com cortinas a esvoaçar e a nadar na brisa que entra pela janela, como se estivéssemos na ilha da lua de mel, no último filme do Crepúsculo. Estão a ver, não estão? 

 

O branco sempre me deu muita paz de espírito, e bem sabemos que as casas em Portugal (as casas do povo, diga-se) não são propriamente feitas de vidro nem deixam entrar assim tAAAnta luz. Mas a geração do desenrasca e as anteriores fazem o que podem, na medida do possível. E o que não falta para aí são objetos COMPLETAMENTE ESSENCIAIS (ok malta?) brancos para ter em casa. 

modern-minimalist-bedroom-3147893_1920.jpg

 

Ora de acordo com uma página brasileira, o branco significa "paz, pureza e limpeza" - três palavras que têm tudo a ver com o minimalismo, não acham? E quanto mais nos rodeamos com esta cor, mais brilho e clareza trazemos às nossas vidas. "É uma cor que sugere libertação, que ilumina o lado espiritual e restabelece o equilíbrio interior. (...) Um ambiente branco proporciona frescura, calma e dá ideia de maior espaço, proporcionando a sensação de liberdade. Em excesso, pode dar a impressão de frieza, vazio e impessoalidade. Por isso, sugere-se a conjugação com objetos coloridos. O branco oferece uma combinação perfeita com qualquer outra cor."

 

E vocês, gostam deste estilo minimalista-que-mais-me-parece-uma-mania-contemporânea-e-abusiva-e-que-se-calhar-não-dura-para-sempre? Têm dicas low cost? Digam coisas nos comentários!

 

Beijinhos