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Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

19.08.19

Fui ao casino.

Rita (porque minimalistas há muitas)

Cassino, Jogo De Azar, Máquinas Caça Níqueis

Oh, se fui!

E não é que não gostei nada da experiência? Quero dizer, eu até entrei com 10€ e saí com 50€, devia estar a sentir-me bem com isto de ganhar dinheiro, mas caramba - não gostei nada daquilo. 

Primeiro, porque toda a gente tem as caras viradas para as máquinas e para os jogos de mesa como se não existisse mais nada no mundo e como se estivessem com uma dor de barriga de não chegar a tempo da casa de banho. Parecia que estava num episódio de Black Mirror.  Além do mais, têm de tal ordem uma poker face que até enerva. Estejam nas máquinas ou na roleta. 

Segundo, porque é tudo tão escuro e com cores de discoteca e de bares noturnos, que fazem lembrar as danças de varão que aparecem nos filmes. Um ambiente super pesado. Não pensem que vão para lá divertir-se, porque mesmo que tenham uma conta bancária que pague 500 Ronaldos e Beyoncés, acho que nunca ninguém gostou de gastar dinheiro à bruta. Ricos não se fazem em casinos. 

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Terceiro, porque pela primeira vez na minha vida senti aquelas-más-energias-que-só-pessoas-estranhas-é-que-sentem a tal ponto de eu ter ficado com um peso muito pesado no estômago. Comentei até com o meu namorado. Sabem aquela sensação de saberem que vão ser despedidos do emprego, de não terem qualquer prospectiva de trabalho nos próximos 5 anos e estão prestes a  perder a casa e a entrar no gabinete dos recursos humanos? Foi assim que me senti. Isto só passou umas duas horas depois de ter saído de lá. 

Ora, pensem comigo. De que outro modo o casino conseguia pagar ordenados a dezenas de pessoas se os clientes ganhassem dinheiro lá dentro? Juro-vos que vi umas 40 pessoas a trabalhar lá dentro.

Outra coisa, para eu sair de lá com 50€ foi preciso alguém perder 100€. Alguém que não é o dono do casino, obviamente.

Bom, eu fui porque me convidaram. Por uma questão de convivência entre amigos e porque nunca lá tinha estado  nem nunca me tinha ocorrido tal coisa. A verdade é que detestei.

Fica aqui uma das minhas aventuras como minimalista num mundo que não meu, quase como se fosse de outra galáxia. Acho que me sentia mais confortável em Marte. 

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01.08.19

O minimalismo e o mundo digital.

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá malta.

Hoje quero falar-vos sobre o mundo digital e a forma como o inserimos no nosso minimalismo. É nosso, porque como já sabem, cada um vive o minimalismo como quer, com as suas próprias "regras" e guidelines.

Ora, quem está atento às suas atitudes diárias acaba por se aperceber da sua atividade digital e do tempo que passa a olhar para um ecrã. Seja ele uma TV, um telemóvel, um monitor de pc ou um relógio inteligente. Eu costumo estar alerta para este tipo de coisas e sei quando devo parar e passar para outra. Há coisas das quais já desisti, como por exemplo o facebook e o instagram.

Há uns tempos, neste post, disse que para além das redes sociais, ia deixar de assistir a conteúdo no youtube, TV, Netlfix e em todo o tipo de streams. Eh pá, eu experimentei. Cancelei o Netflix, do qual não me arrependo. Reduzi as minhas subscrições no Youtube de mais de 200 para 38.

Mas há coisas que não vale a pena levar ao extremo, e apesar de ter reduzido o meu tempo de TV e afins em 80%, ainda há coisas que vou vendo, como por exemplo:

- os Podcasts dos The Minimalists (que por acaso são muito melhores do que qualquer livro que escreveram, não caiam na cantiga),

- os sketchs da Porta dos Fundos, 

- Travel and Share (um casal que viaja de autocaravana, e que só representam o meu sonho de vida, por favor não digam nada ao namorado),

- O Talkshow de Tom Bilyeu,

- FULL audiobooks for everyone (agora ando a ouvir o Conde de Monte Cristo... Oh que loucura. Todos os dias tenho um encontro com ele.   O namorado já nem liga), 

- TEDx Talks, Refúgio Mental, Amy Landino, Bumba na Fofinha, Weird History, Pedro Andersson - Contas Poupança, - Cactus TV, entre outros.

Quanto às aplicações no telemóvel, também reduziram em cerca de 70%, mas há coisas que não dispenso, como o bloco de notas, o booking, a do banco, cineplace Tkt (adoro cinema, vou uma vez por mês, mais ou menos), google maps, MBWay, Spotify, Whatsapp (possa, também era melhor - se não tenho facebook nem instagram, ao menos que me perca nos grupos infindáveis de pessoas  e Tody. A Tody é, nada mais nada menos, do que a melhor aplicação digital para quem gosta de manter uma rotina de limpeza por casa. É a MELHOR. Experimentem. E garanto-vos que já experimentei muitas. Se há coisa em que não sou minimalista é nas minhas listas de limpeza doméstica. Manter o plano é que já é mais complicado, mas vou fazendo os possíveis. 

 Isto tudo para vos dizer o quê?? 

Ah, já sei. Para vos dizer que o minimalismo não é ter menos do que 100 objetos nem viver numa casa sem água de rede nem luz. Tudo tem o seu lugar e cada um vive como quer. O minimalismo trata-se de um estilo no qual se simplificam vidas e onde menos é mais. No qual estamos mais alerta para o que se passa à nossa volta e não nos deixamos levar pelos padrões da sociedade nem estamos sempre a par das 300 milhões de novidades que acontecem todos os santos dias, sejam elas tendências de moda, tecnologia ou promoções desnecessárias nos supermercados. 

A tecnologia principalmente, é coisa que me irrita solenemente. Detesto ver grupos de pessoas em locais públicos a olhar para os telemóveis sem falarem uns com os outros - ao ponto de haver sítios sem wifi para que isso não aconteça.

Uma das minhas atividades favoritas é deixar o telemóvel em casa quando sei que vou estar ao pé de uma ou duas pessoas entre as 5 que me costumam contactar através do telemóvel. Há coisas que não o dispensam, obviamente. Mas eu não tenho filhos que se possam magoar na escola nem tenho um trabalho onde ocorram emergências 24 horas por dia. 

E por isso, deixo-vos aqui dois desafios.

Não têm filhos? Não têm um trabalho que precise de vocês fora do horário laboral? Não têm familiares que precisam de cuidados emergentes? Vão tomar um café com amigos?

1. ENTÃO DEIXEM O TELEMÓVEL EM CASA.

Uma ou duas horas não fazem mal a ninguém, e se for preciso avisem os vossos com antecedência. "Olha vou estar com a Lisete e não levo o telemóvel, qualquer coisa já sabes". Ou "vou fazer uma caminhada a tal sítio, se não aparecer dentro de 3 horas chama alguém". É libertador. Garanto-vos.

Fora isto, um bom fim de semana a todos e...

2. Experimentem passar o próximo sábado sem olhar para um ecrã.

 

15.07.19

Quando a produtividade e o minimalismo se encaixam entre as suculentas e o conteúdo digital.

Rita (porque minimalistas há muitas)

Este título não faz muito sentido, pois não? Ora vejam. Às vezes, dou por mim a divagar e a explorar a net como se não houvesse amanhã. Pinterest e Instagram, principalmente. Então, depois de ter deixado a TV e o Netflix, pior ainda.

Ultimamente são as suculentas. Ai que emoção, ver todos aqueles arranjinhos saudáveis de suculentas mini em vasos super fofos. Até decidi ter a minha própria coleção. É uma coleção saudável, não me digam que não. Passo tardes inteiras a tratar delas e acaba por ser uma terapia ao ar livre com direito a absorção de vitamina D.

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Quanto às suculentas, está tudo ok. Mas e então, as horas que passo a navegar na net? A dada altura dou pela minha consciência a dizer-me para parar, que não somos "senhoras" de nos perder com conteúdo digital. Afinal de contas, sou minimalista.

Pronto, pronto. 

Há dias encontrei uma publicação sobre produtividade na minha segunda plataforma digital preferida, a Medium. Falava sobre como aumentar a produtividade e diminuir a procrastinação em trabalhos de escritório. Ora, para quem não sabe, eu faço parte de um projeto financiado pela FCT, sou aluna de doutoramento e o meu trabalho está relacionado com investigação na área das energias renováveis. Um doutoramento é sempre uma mais valia. Não pelas oportunidades de carreira em Portugal, mas pela série de epifanias que tenho vindo a descrever até aqui, que de outro jeito não teria lá chegado. Eu sou a prova viva disso.

Mas como sabem, um doutoramento não se faz de epifanias nem de falinhas mansas e nem tudo é um mar de rosas. Também precisa de muita nutrição e concentração durante longos períodos de investigação, e às vezes lutamos muito para que a motivação não venha por aí a baixo. 

Esta publicação dizia que a produtividade aumenta quando tiramos um número razoável de pausas durante o nosso dia de trabalho. No meu caso, trabalhar 25 minutos e tirar uma pausa de 5 revelou-se muito produtivo. Juro-vos que nunca pensei que resultasse. Eu dou por mim completamente concentrada no que estou a fazer porque sei que dali a 25 minutos tenho de tirar uma pausa, e quero "produtivar" e otimizar o meu tempo.

Ora, tirar 5 minutos de 25 em 25 num trabalho diário de 8 horas equivale a 60 minutos de pausa. Mas garanto-vos que este, é o único tempo que vão perder (ou ganhar, dependendo do ponto de vista). Infelizmente, bem sei que nem todas as entidades patronais autorizam este método. Deviam com certeza apostar mais neste tipo de incentivos e não tenho a menor dúvida de que iria resultar.

Nestas pausas podem sempre beber um café, caminhar pelo local de trabalho, "bater um papo" com os vossos colegas de trabalho e beber um copo de água. Para quem não tem colegas, pode sempre abrir um bom livro e ler duas ou três páginas. Nada de conteúdo digital. Trata-se de mimarmos os nossos olhos e corpo. Ora imaginem se em dez ou 11 pausas bebermos um copo de água e caminharmos um pouco? Tem tudo para dar certo. 

Há uns tempos ouvi falar de uma empresa que num período experimental, deu as quartas feiras aos empregados e a produtividade aumentou bastante, só porque eles achavam que não iam ter tempo para fazer tudo o que costumavam fazer.

E da produtividade, vem o minimalismo - que me permite não pensar em mais nada fora do contexto onde me encontro. Se trato das suculentas, não penso no trabalho. Se estou num parque com amigos e família, não penso nas suculentas (ou tento não pensar, vá - Não sou conhecida por ser a dama de ferro, if you know what I mean). E se estou no trabalho, com este método XPTO, não penso em navegar na net sem fundo nem no que vou fazer logo à noite. Porque, lá está, não lhes dou tempo.

Há prioridades e prioridades. A minha não é o multi tasking nem matar-me com 15 horas de trabalho improdutivo. Trata-se de nos mantermos focados e motivados para produzir mais com menos. Trata-se de trabalharmos para nós mesmos e trata-se de nor mantermos sãos. Que de loucura está o mundo cheio, não é mesmo?

 Beijos! 

28.06.19

Cinco meses sem facebook, quatro sem vir aqui e outro tanto cheio de novidades

Rita (porque minimalistas há muitas)

 Olá malta! Como é que é?

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"Epah, Rita... tens de vir aqui mais vezes. Isto sem ti não é a mesma coisa. Pensámos mesmo que tinhas desistido desta vez."

Sim, vocês - que não cancelaram a subscrição deste blog - são os melhores do mundo. Obrigada pelo apoio que me têm dado e obrigada por não desistirem de mim. Desculpem a minha ausência, mais uma vez.

Acontece que o blog já não estava a ir por um bom caminho e comecei a escrever coisas que na verdade não deveriam fazem parte do meu portefólio. A partir do momento em que comecei a usá-lo para enviar mensagens particulares (ou "indiretas") a individualidades específicas - aka - a desviar-me do caminho do minimalismo, tive de dar um passo atrás para agora chegar em força. 

Toda a gente tem destas coisas, não tem? Desviar-se dos seus princípios morais e ter de se afastar por uns tempos? Vá, digam-me que sim. Não posso ser a única. Por favor? 

 

 

As pessoas mudam, e é sempre bom apercebermo-nos de quando estas mudanças não nos favorecem em prol de uma vida mais satisfeita e feliz. Eu considero-me uma pessoa que está em constante mudança, e ocasionalmente não tomo as melhores decisões. Em vez de avançar - vou para trás. "É a vida", right?

 

Bom, avançando. 

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Fui fazer as contas. Cinco meses sem facebook - cinco meses com menos ansiedade e vontade de keep up with the Joneses - ou Kardashians, vá.  Não podia ter tomado melhor decisão e se soubesse o que sei hoje, nunca tinha criado uma conta por causa do raio do farmville. Lembram-se? Alguém por aí fazia as contas aos minutos para colher os morangos e tirar o leite às vacas? Isso. Não se preocupem, também o fiz

Vamos lá ver. Uma vida sem facebook é como viver numa quinta isolada onde só deixamos entrar quem realmente importa e onde podemos andar nus à vontade sem nos cruzarmos com pessoas que não queremos. Estão a ver aquela situação politicamente correta de não "poder" remover amizades porque se trata do nosso chefe ou o padrinho de casamento do nosso melhor amigo? Imaginem-se agora despidos na vossa quinta facebookless e terem de deixar entrar essas "amizades". Ui, que bonito. Bela imagem que vos deixei agora.  Foi uma decisão fácil de tomar quando pensei nas coisas desta forma. 

E sim, desde que deixei o facebook que me sinto muito mais à vontade com os meus amigos e familiares. Não digo que me pavoneio nua à frente deles (até porque não há nada de bonito para se ver) mas todos os dias crio laços muito fortes e passo por experiências que de outra forma não aconteceriam. O meu tempo de ecrã diminuiu. A vida diária é muito melhor e mais concentrada no que tenho para fazer em vez de estar a par de tudo o que os outros fazem. Digo-vos... só não acabo com o instagram porque uma pessoa muito querida me pediu. 

E depois da experiência de 5 meses sem facebook? Tambores por favor!

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Vai a televisão por cabo, netflix, youtube e todo o tipo de streams. Isso mesmo que leram. Vocês sabiam que em média uma pessoa gasta entre 35 a 40 horas por semana a ver televisão? Fora redes sociais e youtube! É muito tempo. Tempo para arrumar a casa e receber os meus amigos para as noites de jogatana que tanto adoro. Tempo para cozinhar a sério e tempo para passar no meu pseudo-jardim no terraço e com a minha coleção de suculentas.

Ainda só passaram 24 horas mas já sei que é para continuar. Não gozem comigo - mas até aqui, a minha sala de estar (e provavelmente a maior parte delas neste planeta) estava centrada no sofá e na televisão. Mudei tudo. Agora tenho um cantinho para a TV - porque não moro sozinha e era muito radical livrar-me do aparelho - outro cantinho para a leitura (mesmo ao pé da janela, que bom ) e outro para as noites de jogatana e para o aquário! Tudo em partes iguais. Nada se destaca e tudo é importante.

Não assisto a uma única série - e olhem que deixei muitas a meio! Quem tem Netflix e quem não tem, sabe do que falo. 

- E a casa de papel, Rita? Vai estrear em menos de um mês! - perguntaram-me ontem (a meio de uma noite espetacular que se tivesse acontecido antes, eu não tinha estado por causa do raio da TV e do youtube).

- Não quero saber! - respondi eu de peito inchado e nariz empinado!

Há realmente muitas outras coisas que vos quero contar, mas esta publicação já vai longa. Haverá mais!

Beijinhos e muito obrigada. 

13.01.19

Destralhe anual: 1 - 13 jan

Rita (porque minimalistas há muitas)

Olá olá olá!

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Lembram-se dos desafios que lancei há uns dias? Pois é, apesar de a minha casa já estar bem "destralhada" eu vou tentar desfazer-me de um objeto por dia, em 2019. Já vos tinha dito que em média, cada casa tem mais de 300 000 objetos? Quantos deles ficam esquecidos no fundo da gaveta ou do armário? Dito pelos The Minimalists, não estou a inventar! Acumula-se muita coisa! Eu gosto de me concentrar nas coisas que realmente importam e detesto perder tempo com objetos que não trazem significado nenhum à nossa existência. 

 

Como o caso destes aqui em baixo:

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São 13 objetos de maquilhagem. Cada um para os 13 primeiros dias do ano. Sabem há quanto tempo não uso maquilhagem? Há mais de um ano! E tenho mantido isto "para o caso de...". Conhecem bem estas palavras, certo? - "Ai, nunca se sabe... Sei lá, posso ter de ir a um casamento daqui a 3 anos. Ou imagina que tenho de ir a uma entrevista de emprego?" 

 

Acontece que a maquilhagem tem muito pouco tempo de vida útil (para os meus hábitos). E sinceramente, não adianta manter este tipo de coisas por casa. Quando conheci o minimalismo, foi como se tivesse acordado de um sonho irrealista, sabem? Os padrões da sociedade existem para manter os lucros das grandes empresas, já todos sabemos isto e não é novidade para ninguém. Hoje em dia tenho um ou dois cremes e chega bem. Pena ter dado os meus vernizes há uns meses, porque davam bem para um mês inteiro.  Já sei qual será o meu próximo destralhe - material de escritório!

 

Nota: Atenção que não é só desfazermo-nos de coisas à toa, só porque sim. Têm de ser coisas que já não precisamos e que já não trazem alegria às nossas vidas. Bom destralhe!

22.10.18

Desafio da Escrita #9 - Branco (no minimalismo)

Rita (porque minimalistas há muitas)

 Olá malta! 

 

Atrasada, mas ainda não me esqueci do desafio nem vou desistir, só para que saibam . Confesso que ultimamente tenho andado muito ocupada com uma série de acontecimentos - desculpa totó - mas cá estou para mais uma palavra deste magnífico desafio que tanto me faz analisar tudo à minha volta. Pensei muito no branco e na mensagem que deveria passar enquanto autora do blog e enquanto recém minimalista e que fosse de encontro aos pilares deste meu cantinho. Por isso cá vai.

 

Beach, Curtain, Decorations, Flower Bouquet, Flowers

 

Desde que moro sem os meus pais que me lembro de ter esta enorme vontade de ter uma casa imaculada cheia de branco - de certeza que há por aí alguém que se identifique comigo... certo?  - Aquela sensação de paz e brilho, em dias ensolarados com cortinas a esvoaçar e a nadar na brisa que entra pela janela, como se estivéssemos na ilha da lua de mel, no último filme do Crepúsculo. Estão a ver, não estão? 

 

O branco sempre me deu muita paz de espírito, e bem sabemos que as casas em Portugal (as casas do povo, diga-se) não são propriamente feitas de vidro nem deixam entrar assim tAAAnta luz. Mas a geração do desenrasca e as anteriores fazem o que podem, na medida do possível. E o que não falta para aí são objetos COMPLETAMENTE ESSENCIAIS (ok malta?) brancos para ter em casa. 

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Ora de acordo com uma página brasileira, o branco significa "paz, pureza e limpeza" - três palavras que têm tudo a ver com o minimalismo, não acham? E quanto mais nos rodeamos com esta cor, mais brilho e clareza trazemos às nossas vidas. "É uma cor que sugere libertação, que ilumina o lado espiritual e restabelece o equilíbrio interior. (...) Um ambiente branco proporciona frescura, calma e dá ideia de maior espaço, proporcionando a sensação de liberdade. Em excesso, pode dar a impressão de frieza, vazio e impessoalidade. Por isso, sugere-se a conjugação com objetos coloridos. O branco oferece uma combinação perfeita com qualquer outra cor."

 

E vocês, gostam deste estilo minimalista-que-mais-me-parece-uma-mania-contemporânea-e-abusiva-e-que-se-calhar-não-dura-para-sempre? Têm dicas low cost? Digam coisas nos comentários!

 

Beijinhos

 

 

 

 

22.10.18

Livre-se de uma coisa que não usa, todos os dias durante um mês - The UniPlanet

Rita (porque minimalistas há muitas)

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Tenho a dizer que esta é a melhor newsletter que recebo DE SEMPRE e que felizmente aderi por recomendação de alguém aqui da nossa blogosfera do sapo. A UniPlanet retrata exatamente a minha posição atual no que diz respeito ao minimalismo e zero waste, que para além de ir de encontro à minha filosofia de vida e a qual (esporadicamente) tenho vindo a apresentar aqui no blog, tem apresentado notícias semanais do que se passa no planeta sobre estas temáticas. É realmente fantástico, e recomendo a quem não conhece que dê uma vista de olhos. É o meu feed de notícias favorito!

 

Este desafio foi publicado a 18 de Outubro deste mês e tem como objetivo fundamental livrarmo-nos de um objeto que não usamos por dia. 

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Seja um verniz de unhas que já não usamos há muito tempo e que até nem gostamos muito da cor, ou aquele perfume que insiste em manter-se no fundo da prateleira. Um livro que já foi lido, ou uma caneta que não escreve - o importante é destralhar e eliminarmos de uma vez por todas todo este excesso que mantemos nas nossas vidas sem propósito nenhum e que - vá, todos vós concordam comigo - não interessam nem ao cão da vizinha para roer. 

 

Não vos digo para deitarem tais objetos no lixo (com exceção do raio da caneta - Usem computador ou o próprio telemóvel para substituir as vossas próximas compras de canetas). Muito pelo contrário. Podem até ser coisas que provavelmente trazem mais valia à vida de outras pessoas. Economia circular, minha gente. Nunca se esqueçam da economia circular. Andamento e bola para a frente!

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