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Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

Rumo ao Minimalismo

A minha viagem ao minimalismo, desperdício zero e vegetarianismo - Estou quase, quase lá!

O minimalismo e o mundo digital.

Rita (porque minimalistas há muitas), 01.08.19

Olá malta.

Hoje quero falar-vos sobre o mundo digital e a forma como o inserimos no nosso minimalismo. É nosso, porque como já sabem, cada um vive o minimalismo como quer, com as suas próprias "regras" e guidelines.

Ora, quem está atento às suas atitudes diárias acaba por se aperceber da sua atividade digital e do tempo que passa a olhar para um ecrã. Seja ele uma TV, um telemóvel, um monitor de pc ou um relógio inteligente. Eu costumo estar alerta para este tipo de coisas e sei quando devo parar e passar para outra. Há coisas das quais já desisti, como por exemplo o facebook e o instagram.

Há uns tempos, neste post, disse que para além das redes sociais, ia deixar de assistir a conteúdo no youtube, TV, Netlfix e em todo o tipo de streams. Eh pá, eu experimentei. Cancelei o Netflix, do qual não me arrependo. Reduzi as minhas subscrições no Youtube de mais de 200 para 38.

Mas há coisas que não vale a pena levar ao extremo, e apesar de ter reduzido o meu tempo de TV e afins em 80%, ainda há coisas que vou vendo, como por exemplo:

- os Podcasts dos The Minimalists (que por acaso são muito melhores do que qualquer livro que escreveram, não caiam na cantiga),

- os sketchs da Porta dos Fundos, 

- Travel and Share (um casal que viaja de autocaravana, e que só representam o meu sonho de vida, por favor não digam nada ao namorado),

- O Talkshow de Tom Bilyeu,

- FULL audiobooks for everyone (agora ando a ouvir o Conde de Monte Cristo... Oh que loucura. Todos os dias tenho um encontro com ele.   O namorado já nem liga), 

- TEDx Talks, Refúgio Mental, Amy Landino, Bumba na Fofinha, Weird History, Pedro Andersson - Contas Poupança, - Cactus TV, entre outros.

Quanto às aplicações no telemóvel, também reduziram em cerca de 70%, mas há coisas que não dispenso, como o bloco de notas, o booking, a do banco, cineplace Tkt (adoro cinema, vou uma vez por mês, mais ou menos), google maps, MBWay, Spotify, Whatsapp (possa, também era melhor - se não tenho facebook nem instagram, ao menos que me perca nos grupos infindáveis de pessoas  e Tody. A Tody é, nada mais nada menos, do que a melhor aplicação digital para quem gosta de manter uma rotina de limpeza por casa. É a MELHOR. Experimentem. E garanto-vos que já experimentei muitas. Se há coisa em que não sou minimalista é nas minhas listas de limpeza doméstica. Manter o plano é que já é mais complicado, mas vou fazendo os possíveis. 

 Isto tudo para vos dizer o quê?? 

Ah, já sei. Para vos dizer que o minimalismo não é ter menos do que 100 objetos nem viver numa casa sem água de rede nem luz. Tudo tem o seu lugar e cada um vive como quer. O minimalismo trata-se de um estilo no qual se simplificam vidas e onde menos é mais. No qual estamos mais alerta para o que se passa à nossa volta e não nos deixamos levar pelos padrões da sociedade nem estamos sempre a par das 300 milhões de novidades que acontecem todos os santos dias, sejam elas tendências de moda, tecnologia ou promoções desnecessárias nos supermercados. 

A tecnologia principalmente, é coisa que me irrita solenemente. Detesto ver grupos de pessoas em locais públicos a olhar para os telemóveis sem falarem uns com os outros - ao ponto de haver sítios sem wifi para que isso não aconteça.

Uma das minhas atividades favoritas é deixar o telemóvel em casa quando sei que vou estar ao pé de uma ou duas pessoas entre as 5 que me costumam contactar através do telemóvel. Há coisas que não o dispensam, obviamente. Mas eu não tenho filhos que se possam magoar na escola nem tenho um trabalho onde ocorram emergências 24 horas por dia. 

E por isso, deixo-vos aqui dois desafios.

Não têm filhos? Não têm um trabalho que precise de vocês fora do horário laboral? Não têm familiares que precisam de cuidados emergentes? Vão tomar um café com amigos?

1. ENTÃO DEIXEM O TELEMÓVEL EM CASA.

Uma ou duas horas não fazem mal a ninguém, e se for preciso avisem os vossos com antecedência. "Olha vou estar com a Lisete e não levo o telemóvel, qualquer coisa já sabes". Ou "vou fazer uma caminhada a tal sítio, se não aparecer dentro de 3 horas chama alguém". É libertador. Garanto-vos.

Fora isto, um bom fim de semana a todos e...

2. Experimentem passar o próximo sábado sem olhar para um ecrã.

 

Desafio da Escrita #4 - Livro(s)

Rita (porque minimalistas há muitas), 04.10.18

Para o nosso quarto dia do desafio da escrita lançado pela totó, vou apresentar-vos 4 livros. Parece-vos bem?

E se fossem todos relacionados com o minimalismo, desperdízio zero e finanças pessoais, ainda melhor?

Pronto, então cá vai - Não me julguem, que é a segunda publicação que faço esta manhã:

 

1. 

Wook.pt - Desperdício Zero

"Filosofia de vida com base nos cinco "erres": refuse (recusar), reduce (reduzir), reuse (reutilizar), recicle (reciclar) e rot (decompor) Que tal implementar em sua casa e na vida uma filosofia de desperdício zero? Com este livro, aprenderá a erradicar o lixo da sua vida passo a passo. A autora demonstra os benefícios que usufruímos de um estilo de vida sem desperdícios: para isso, basta recusar aquilo de que não precisamos, reduzir o consumo, reutilizar e reciclar tudo aquilo que não podemos recusar. Deste modo, melhorará o seu estilo de vida, a sua saúde, poupará mais dinheiro e tempo, e proporcionará um futuro melhor para si, para a sua família e para o planeta." - E mais, não digo.  [1]

 

2. 

EVERYTHING THAT REMAINS: A MEMOIR

 

 

"E se tudo que você quisesse não fosse o que você realmente quer? Vinte e poucos anos, vestido de fato, Joshua Fields Millburn achava que tinha tudo que alguém poderia querer. Até achar que não.

Cego pela perda da sua mãe e do seu casamento, Millburn começou a questionar a vida que ele construiu para si mesmo.

Então ele descobriu o minimalismo. . . e tudo começou a mudar.

Quatro anos depois, Millburn abraçou a simplicidade. Na busca por algo mais substancial do que o consumo compulsório e o rompido Sonho Americano, ele descartou a maior parte de suas posses materiais, pagou um monte de dívidas incapacitantes e abandonou sua carreira de seis dígitos.

Depois que tudo se foi, o que restou? Não é um livro de instruções, mas um livro que vale a pena, Everything That Remains é a história tocante e surpreendente do que aconteceu quando um jovem decidiu deixar tudo para trás e começar a viver mais deliberadamente. De coração dilacerante, edificante e profundamente pessoal, este livro de memórias envolvente é recheado com interrupções perspicazes por Ryan Nicodemus, melhor amigo de Millburn de vinte anos." [2] - mais livros dos The Minimalists aqui. - Confesso que não encontrei versões traduzidas em Português, mas também não procurei muito. 

 

3. e 4.

 

[3]

"Sim, eu sei que sou suspeito, mas estou mesmo convencido que é um dos melhores livros já publicados em Portugal para nos abrir os olhos para a forma como gastamos o nosso dinheiro. Tem as dicas que precisa para começar a pôr as suas contas em ordem e para perceber afinal para onde vai o seu dinheiro, quando ele não chega ao fim do mês. E vai conhecer muitas alternativas para finalmente conseguir pôr as suas poupanças a crescer.

É um manual de finanças pessoais prático e simples que o pode salvar de muitos equívocos causados pela inércia ou ignorância. Não vai encontrar noutros livros nada tão simples de entender. Pelo menos, ainda não encontrei. Se conhece as reportagens na televisão sabe que não estou a exagerar. Vale mesmo a pena ter estas informações sempre disponíveis na sua estante, ao alcance da mão." - No meu caso, no wook reader ao alcance de um dedo... ou clique?!? 

 

Bom feriado!

Logo à noite vou ouvir a Carolina Deslandes ao vivo! Yeeeah